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(BBG) Portugal, Ireland Bond Sales Show Conviction on ECB Rate Outlook

(BBG)

In one fell swoop, Portugal and Ireland completed a quarter of their refinancing for the year.

The two nations sold 4 billion euros ($4.6 billion) of bonds each via syndication Wednesday, compared with Portugal’s 15.4 billion euro target for 2019 and Ireland’s goal of between 14 and 18 billion euros. That follows banks underwriting around 21 percent of Belgium’s target issuance Tuesday.

Orders for Ireland’s 10-year syndication were above 18 billion euros, while those on Portugal’s were above 24 billion euros, according to people familiar with the matter. That’s despite European nations offering more than 30 billion euros in debt this week alone.

The robust demand for the bonds shows conviction among investors that the European Central Bank isn’t going to be able to raise borrowing costs against a backdrop of slowing economic growth and recession fears in the U.S. Their skepticism is also reflected in the yield on German bunds, which touched the lowest level in more than two years last week.

“The New Year has unleashed pent-up demand for sovereign and agency paper on the primary market, and we think this is set to continue,” said Ciaran O’Hagan, head of European rates strategy at Societe Generale SA. “The drive lower in yields has forced buyers out into the market.”

(ECO) E o melhor ministro das Finanças da Europa é… The Banker elege Mário Centeno

(ECO)

O português foi eleito entre os pares europeus pela The Banker. A nível global, o ministro das Finanças do ano foi Sri Mulyani Indrawati, da Indonésia.

Mário Centeno foi eleito o melhor ministro das Finanças da Europa em 2018, pela publicação The Banker, que pertence ao grupo do Financial Times. Após ter completado um ano na presidência do EurogrupoCenteno recebeu o prémio, que celebra os responsáveis políticos que “melhor conseguiram estimular o crescimento e estabilizar a economia”.

“O ministro das Finanças português Mário Centeno pode olhar para os primeiros 12 meses como presidente do Eurogrupo com merecida satisfação“, escreve a publicação. “Maratonas de negociação entre os ministros das Finanças no início de dezembro terminaram com as mais significativas reformas do bloco da moeda única desde a crise da dívida soberana. Foram alcançados acordos em dezenas de tópicos com base na prevenção e gestão de futuras crises financeiras”.

A publicação considera que Centeno foi uma escolha inusitada para um dos cargos com mais prestígio da Zona Euro já que é o primeiro presidente do Eurogrupo vindo do sul da Europa e de um país que foi resgatado durante a crise financeira, mas elogia o percurso do português. Para 2019, vê como principais desafios o Sistema Europeu para a Garantia de Depósitos e o Orçamento da Zona Euro.PIB cresce 2,2%? Costa vence eleições? 19 questões para 2019 Ler Mais

A par do sucesso com as negociações no Eurogrupo, a The Banker aponta ainda para a recuperação económica de Portugal, com o desemprego a cair abaixo de 7% (do pico de 17% em 2013) e as estimativas da OCDE a projetarem um crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2% tanto em 2019 como em 2020. O défice orçamental deverá passar a excedente em 2020 (na visão da OCDE) e o rácio de dívida face ao PIB continuar a diminuir nos próximos anos.

Número dois de um Governo que lidera o país, desde 2015, em acordo informal com os partidos da esquerda, Centeno restruturou e recapitalizou ainda quatro dos cinco maiores bancos portugueses. A publicação acrescenta que o salário mínimo e as pensões aumentaram, enquanto os impostos às empresas e aos baixos rendimentos caíram.

Além de Centeno, houve outros eleitos noutras regiões pela The Banker. O melhor ministro das Finanças em 2018 a nível global é da região Ásia-Pacífico: Sri Mulyani Indrawati, da Indonésia. No continente americano, foi galardoado o chileno Felipe Larrain. Em África, o escolhido foi o egípcio Mohamed Maait, enquanto, no Médio Oriente, foi o israelita Moshe Kahlon.

(BBG) Italy Strikes Budget Deal With EU, Dodging Sanctions Process

(BBG

By Nikos Chrysoloras and Viktoria Dendrinou19 de dezembro de 2018, 10:59 WET Updated on 19 de dezembro de 2018, 12:08 WET

  •  Italian markets rallied on news of the agreement with the EU
  •  The bloc won’t launch a so-called excessive deficit procedure

European Commissioner Dombrovskis: We Found Solution for 2019 Italy BudgetEuropean Commissioner Valdis Dombrovskis discusses Italy’s budget and the country’s deal with the EU.LISTEN TO ARTICLE 2:43SHARE THIS ARTICLE Share Tweet Post EmailIn this articleFTSEMIBFTSE MIB INDEX18,941.90EUR+297.05+1.59%

The European Commission decided against launching a disciplinary procedure against Italy over its budget after the country’s populist government pledged to rein in its spending. Italian assets rallied.

Following a meeting of its top officials, the commission, the EU’s executive arm, concluded that concessions by Italy on its budget meant the country didn’t warrant a triggering of the so-called excessive deficit procedure that could eventually lead to financial penalties.

“Intensive negotiations over the last few weeks have resulted in a solution for 2019,” Commission Vice President Valdis Dombrovskis told reporters in Brussels on Wednesday. “Let’s be clear, the solution is not ideal but it avoids opening the excessive deficit procedure at this stage and it corrects the situation of serious non-compliance.”

Italian 10-year bond yields fell as much as 18 basis points to 2.75 percent, the lowest level in over three months while the FTSE MIB index of shares rallied as much as 1.8 percent with banking stocks leading gains.

The decision comes after weeks of negotiations between Italian and EU officials and caps a months-long tussle with Brussels that roiled markets. It also marks a climbdown for the country’s firebrand populist leaders, who rose to power with expensive election promises including a lower retirement age and more welfare benefits.

Brussels and Rome met each other half way for the compromise to be reached, as Italian populists held off on their most ambitious spending plans, while the Commission turned a blind eye on Italy’s failure to comply with the obligation to lower its structural deficit next year — which excludes one-off expenditures and the effects of the economic cycle.

Budget Concessions 

As part of the deal, Italy cut its deficit target for next year to 2.04 percent of gross domestic product and shaved about 4 billion euros ($4.6 billion) off its spending plans. Rome’s initial plan for a deficit of 2.4 percent was rejected by officials in Brussels because it was in breach of the EU’s budget rules, while analysis by the commission last month suggested that the deficit would actually be close to 3 percent.

While far from what the EU had hoped, the deal is a relief for EU officials, who had fretted for months over the possible impact a prolonged budget standoff could have on the country’s finances and the euro-area economy.

“The composition of the announced measures and the budget overall still raise concern,” Dombrovskis said, adding that Italy urgently needed to restore confidence in its economy and put its debt on a downward path.

Discussions were further complicated by measures taken by the French government to calm the Yellow Vest protests, which will likely push the country’s budget deficit over EU limit next year. The move by France gave rise to complaints from Rome that Paris gets special treatment when it comes to its budget.

(EUobserver) ECB to reinvest €2.5tn from eurozone stimulus

(EUobserver) The Governing Council of the European Central Bank (ECB) decided on Thursday how to reinvest €2.5tn it has pumped into the economy since 2015 in the wake of the financial crisis in order to help interest and inflation rates go up again. The purchases, known as quantitative easing (QE), cease at the end of December 2018, but redemptions will continue to be reinvested in the public and corporate sectors.

(JN) Centeno ao quadrado – Nuno Melo

(JNO presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, pediu a Portugal medidas adicionais para cumprimento do Pacto de Estabilidade, que o secretário de Estado das Finanças, Ricardo Mourinho Félix, recusou, dizendo que o Governo entende que “as medidas que estão no Orçamento do Estado para 2019 são suficientes para atingir esses objetivos”.

Significa que o presidente do Eurogrupo Mário Centeno entende que o ministro Finanças Mário Centeno não fez o suficiente para salvaguarda das regras do Pacto de Estabilidade, enquanto o secretário de Estado Ricardo Mourinho Félix se solidariza com o ministro das Finanças e afronta o presidente do Eurogrupo, negando as medidas que este pede.

Pelo caminho, o presidente do Eurogrupo Mário Centeno recordará que quando Alexis Tsipras e o libertário comunista Yanis Varoufakis venceram as eleições na Grécia em janeiro de 2015, o então apenas líder do PS na oposição António Costa, proclamou que a vitória do Syriza era “um sinal de mudança que dava força para seguir a mesma linha”. Esta linha, leia-se, era aquela que afrontava os mercados com frases fortes – “o Sol voltou à Grécia”, “a Grécia não mais se curvará à vontade dos credores” -, em paralelo com a doutrina “gaste-se, peça-se mais e depois logo se verá”, com que Pedro Nuno Santos ameaçava em 2011 que “ou os senhores (alemães e franceses) se põem finos ou nós não pagamos a dívida” e se o fizermos “as pernas dos banqueiros alemães até tremem”.

Como é sabido, neste universo político de faz de conta, Alexis Tsipras acabou curvadinho à vontade dos credores e António Costa, que é primeiro-ministro tendo perdido eleições, faz por cá exatamente o contrário do que apregoava em campanha, a par de Pedro Nuno Santos no cargo de secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, do Governo que trouxe a Portugal a maior carga fiscal dos últimos 22 anos.

Convicções assim maleáveis, ajudam a perceber que em agosto, Mário Centeno tenha saudado em vídeo o fim do “austeritário” programa de assistência à Grécia, que trouxe “crescimento”, “modernização da economia” e “novos empregos”, para náusea de Yanis Varoufakis, que viu nas palavras uma “máquina de propaganda da Coreia do Norte” e de João Galamba, que achou o vídeo “lamentável”, mas mesmo assim ascendeu (mistério insondável) a secretário de Estado.

Lembremo-nos agora do preço dos combustíveis, das greves de bombeiros, médicos, enfermeiros, guardas prisionais, professores e juízes, das tragédias com incêndios e derrocadas em Borba, dos furtos em Tancos, do colapso do Estado na saúde, educação e transportes e avaliem-se as sondagens. Tudo muito estranho.

Deputado europeu

(ECO) Centeno pede medidas adicionais a Portugal para cumprir as regras do euro

(ECOO presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, pede ao ministro das Finanças português, Mário Centeno, medidas adicionais para cumprir o Pacto de Estabilidade.

“O Eurogrupo convida todos os Estado membros a ponderar, de forma atempada, as medidas adicionais necessárias para lidar com os riscos identificados pela Comissão e para garantir que os seus Orçamentos cumprem com as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento”. A frase consta do comunicado que o Eurogrupo emitiu na avaliação dos Orçamentos dos vários países membros. Portugal está entre os ‘alunos’ a quem é dado o recado.

O Eurogrupo sublinha que, de acordo com a avaliação da Comissão, há cinco países em risco de não cumprirem o Pacto de Estabilidade e Crescimento em 2019: Portugal, Bélgica, França e Eslovénia, de acordo com o braço preventivo do Pacto, e Espanha, “avaliada no pressuposto de uma correção atempada e duradoura do défice excessivo”, diz o comunicado do Eurogrupo.

Bélgica, França, Portugal e Espanha também são apontados porque não vão cumprir com a meta de redução da dívida em 2019. A Comissão já tinha sugerido que Portugal usasse os “ganhos extraordinários” com o Banco de Portugal e a Caixa Geral de Depósitos para reduzir a dívida pública. O executivo comunitário lamentou que “ganhos extraordinários resultantes de despesas mais baixas com juros e de dividendos que se esperam mais elevados do BdP e da CGD não parecem estar a ser usados para acelerar a redução do rácio da dívida pública no PIB”.

Esses ganhos, apontava a Comissão, parecem antes estar a ser utilizados “para compensar reduções nas receitas fiscais e aumentos da despesa primária”, razão pela qual o Governo é “convidado” a aplicá-los na redução da dívida pública, cujas metas Bruxelas duvida que Portugal alcance.

No seu parecer sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019, Bruxelas dizia que o Orçamento de Portugal acarretava um “risco de incumprimento do Pacto de Estabilidade e Crescimento” e alertava para os “desvios significativos” na trajetória de ajustamento. Na carta que Bruxelas enviou a Portugal a 19 de outubro já eram elencados os vários riscos que as contas do Executivo português apresentam: o crescimento nominal da despesa líquida primária é de 3,4% no Orçamento do Estado, “o que excede o crescimento máximo recomendado de 0,7%” e o ajustamento estrutural do saldo orçamental previsto no Orçamento é de 0,3%, que, depois de recalculado de acordo com a metodologia comummente acordada, baixa para 0,2%. “Este esforço está abaixo dos 0,6% do PIB requeridos pelas recomendações do Conselho de 13 de julho de 2018″.

Mário Centeno na conferência de imprensa desta segunda-feira onde foram pedidas medidas adicionais para os países incumpridores. EPA/STEPHANIE LECOCQ

O Eurogrupo sublinha o facto de a zona euro estar a entrar no seu sexto ano consecutivo de crescimento, mas “o crescimento já atingiu o pico e os riscos de abrandamento aumentaram”, alerta o comunicado final do encontro que se arrastou pela noite dentro para concluir um acordo sobre a reforma da zona euro. “As atuais condições económicas apelam à necessidade urgente de reconstruir as almofadas orçamentais, nomeadamente em Estados membros que não cumprem os objetivos de médio prazo“, defende o Eurogrupo, que sublinha o facto de o ritmo lento de redução da dívida em muitos países “continua a ser uma preocupação e deve ser resolvida em definitivo”. Assim a adotar de uma política orçamental expansionista ou o ajustamento orçamental limitado em alguns Estados membros, em 2019, “é preocupante”, conclui o Eurogrupo que apela aos países para agirem nesse sentido.

(CNBC) EU begins disciplinary procedures against Italy after rejecting its controversial budget plans

(CNBC)

  • The European Commission is moving closer to sanctioning Italy for its 2019 draft budget proposal.
  • Italy wants to increase welfare spending and to roll back on some reforms and taxes.
European Affairs Commissioner, Pierre Moscovici speaks during a joint press conference with Italy's Minister of Economy and Finances following their meeting at the Economy Ministry on October 18, 2018 in Rome, Italy. 

Stefano Montesi – Corbis | Corbis News | Getty Images
European Affairs Commissioner, Pierre Moscovici speaks during a joint press conference with Italy’s Minister of Economy and Finances following their meeting at the Economy Ministry on October 18, 2018 in Rome, Italy.

The European Union announced it will look to sanction Italy with a fine after the country refused to submit a budget proposal that squares with its rules.

Italy’s populist and partly right-wing coalition wants to increase the country’s deficit to 2.4 percent of annual economic output in 2019, as it looks to make good on pre-election spending pledges. A previous Italian government had submitted a 2019 budget which would have recorded a deficit of just 0.8 percent.

In a statement, the European Commission — the EU’s legislative arm — said: “With regret, that today we confirm our assessment that Italy’s draft budget plan is in particularly serious non-compliance with the Council recommendation of 13 July.”

The Commission said that as Italy’s spending for 2019 didn’t comply, commissioners would now open a “debt-based Excessive Deficit Procedure (EDP).” The European Union member states now have two weeks to decide if they agree that an EDP against Italy is warranted. If so, the Commission will prepare a document that asks Italy how it will remedy its budget plan to abide with the EU rules. Should Rome ignore that, then officials in Brussels could sanction Italy with fines.

Speaking to CNBC’s Silvia Amaro on Wednesday, Vice President of the European Commission, Valdis Dombrovskis, said it was the EU position that Italy’s budget plan would risk more austerity for Italians in the future.

“Instead of that fiscal stimulus that the government is hoping for, (we expect) there is a further slowdown of the economy,” he said before adding he was open to more discussions with Rome, but the Italian government now needed to take action.

“You cannot cure high levels of debt with more debt, it is a vulnerability that needs to be addressed,” he said.

What’s an ‘Excessive Deficit Procedure’?

Although it has the power to sanction governments whose budgets don’t comply with the EU’s fiscal rules, the European Commission has stopped short of issuing fines to other member states before. The rules states that deficits should not exceed 3 percent of a country’s gross domestic product (GDP) and public debt must not exceed 60 percent of GDP — a far cry for many European countries.

Although Italy’s draft budget envisages a deficit within the 3 percent limit, increasing the deficit from a previously lower target has angered the Commission because European member states are meant to work toward adhering to the rules, not deviating from them.

Now, the European Commission will recommend to the European Council (EU heads of state) that an “Excessive Deficit Procedure” (EDP) is launched against Italy. Basically, “the EDP requires the country in question to provide a plan of the corrective action and policies it will follow, as well as deadlines for their achievement,” the European Commission states, adding: “Euro area countries that do not follow up on the recommendations may be fined.”

Standoff between Rome and Brussels expected to continue

Standoff between Rome and Brussels expected to continue  

Italy’s Deputy Prime Minister Matteo Salvini said earlier Wednesday that the 2.4 percent deficit target was not negotiable, but other aspects of the proposal could be discussed.

Italy’s public debt pile is 131 percent of its GDP, and at 2.3 trillion euros ($2.6 trillion) is the second largest in the euro zone.

Following the announcement in Brussels, stocks listed on Italian markets held onto their morning gains while yields on 10-year Italian debt dipped to near session lows. Yield on bonds move inversely to prices.

(CNBC) ECB’s Draghi hints at a possible dip in inflation

(CNBC)

  • “If firms start to become more uncertain about the growth and inflation outlook, the squeeze on margins could prove more persistent” Draghi said at a banking conference in Frankfurt Friday.
  • “This would affect the speed with which underlying inflation picks up and therefore the inflation path that we expect to see in the quarters ahead.”
Patience and persistence in our monetary policy are still needed, says ECB’s Draghi

Patience and persistence in our monetary policy are still needed, says ECB’s Draghi  

Mario Draghi, the president of the European Central Bank (ECB), hinted at the possibility of inflation not rising as quickly as expected due to euro zone firms dealing with a slew of uncertainties.

“If firms start to become more uncertain about the growth and inflation outlook, the squeeze on margins could prove more persistent,” Draghi said at a banking conference in Frankfurt Friday.

“This would affect the speed with which underlying inflation picks up and therefore the inflation path that we expect to see in the quarters ahead.”

Draghi’s speech was generally positive about the region and he reiterated that the central bank’s massive crisis-era bond-buying scheme is still due to be wound down at the end of this year. He said there was no reason why the current expansion in the euro area — which is now in its fifth year — should abruptly come to an end, adding that the economic cycle was resilient.

German bond yields rose on Friday on the back of these comments. The country’s 10-year bond yield rose to session highs at 0.376 percent, extending earlier rises, according to Reuters.

Global uncertainties

However, the lingering doubt Draghi hinted at was how cooperates could unwind recent pay rises due to uncertainties on growth. This would then have an knock-on effect for the central bank’s own inflation forecasts which could potentially alter its future policy actions or the guidance its gives to the markets on these actions.

“The nature of this forward guidance is contingent on economic developments and therefore acts as an automatic stabilizer. If financial or liquidity conditions should tighten unduly or if the inflation outlook should deteriorate, our reaction function is well defined. This should in turn be reflected in an adjustment in the expected path of future interest rates,” Draghi stated.

The ECB is due to start raising ultra-low interest rates at the end of summer 2019 but many market watchers have doubts about the exact timing of the first hike and the bank itself has always said it well remain dependent on incoming data.

Earlier on in his speech he mentioned issues with global trade, name checking protectionism in particular. He also mentioned the temporary effects of weather, sickness and industrial action affecting output in a number of countries. More recently there was disruption for car production due to the introduction of new vehicle emissions standards, the Italian economist added. Euro zone growth has stalled slightly in recent quarters and German gross domestic product (GDP) was surprisingly weak in the third quarter.

All countries should respect the rules of the economic union, says ECB’s Draghi

All countries should respect the rules of the economic union, says ECB’s Draghi  

He added that at its last meeting in October, the ECB’s Governing Council noted that “uncertainties surrounding the medium-term outlook have increased.”

“When the latest round of projections is available at our next meeting in December, we will be better placed to make a full assessment of the risks to growth and inflation,” he said.

Carsten Brzeski, chief economist at ING Germany, said in a research note that the ECB president had opened the door for a long period of low interest rates.

“Draghi slightly changed the well-known ECB communication. While there is still a strong determination to end the net-QE (quantitative easing) purchases by the end of the year, Draghi opened the door for changes to the forward guidance in the course of 2019,” he said.

(ECO) Cumprir o Programa que apresentamos – Mário Centeno

(ECO) O país tem de ter consciência plena de que, no futuro, terá que continuar a adotar medidas com vista ao controlo da evolução das contas públicas.

Portugal está a percorrer um caminho de credibilização das suas finanças públicas. Muitos se questionam se esta situação é duradoura e sustentável. No essencial são os mesmos que questionavam, em 2015 e 2016, se havia alternativa ao caminho de austeridade recessiva e de emigração em que o país se encontrava mergulhado.

Hoje, juntam-se vozes questionando o presente, no que denominam como excesso de zelo na condução da política orçamental. Sendo um avanço, embora um pequeno salto mortal, esquecem-se que governar é decidir, talvez porque quando foram Governo não decidiram. E não implementaram as medidas necessárias à promoção do potencial de crescimento da economia portuguesa.

O país tem de ter consciência plena de que, no futuro, terá que continuar a adotar medidas com vista ao controlo da evolução das contas públicas. Uma economia não funciona em piloto automático. É por isso que estamos obrigados a acautelar o futuro. Esse é o mais claro mandato que os portugueses nos deram. O futuro assegura-se através de medidas que fazem com que o crescimento da despesa seja ponderado, e não como em períodos passados de euforia despesista com ou sem correspondência do lado da receita.

O futuro assegura-se através de medidas que fazem com que o crescimento da despesa seja ponderado, e não como em períodos passados de euforia despesista com ou sem correspondência do lado da receita.

Se olharmos para a experiência deste século, vemos a razão de termos entrado em défice excessivo: entre 2002 e 2011 o peso da despesa corrente primária no PIB cresceu 6,7 pontos percentuais, 4,1 pontos percentuais nos primeiros quatro anos e 2,5 pontos percentuais nos últimos seis. Esta situação não se pode repetir. Como já dissemos muitas vezes: não podemos voltar para trás.

Atingimos nos últimos três anos saldos primários compatíveis, finalmente, com a mera normalidade na condução da política orçamental. Hoje temos a margem necessária para deixar funcionar os “estabilizadores automáticos”, sem colocar em causa os limites do défice e da dívida com que Portugal deve conviver para garantir um futuro estável.

Hoje podemos dizer que estamos no décimo oitavo trimestre consecutivo de crescimento da economia portuguesa. Este padrão de crescimento é marcado por uma forte dinâmica do mercado de trabalho. Temos a maior redução do desemprego deste século, com o desemprego dos portugueses entre os 35 e os 55 anos a situar-se em 5%, um terço do que se observou em 2013. Mais de três quartos do emprego criado na legislatura corresponde a emprego estável, não são contratos a prazo. E os salários crescem de forma responsável. Portugal converge em termos reais com a área do euro.

Por isso, é tão importante falar em normalidade para os valores do défice. O valor projetado para 2019 é historicamente baixo, mas é normal na Europa. E é compatível com a sustentabilidade das contas públicas e com a qualidade do serviço público.

O traço distintivo desta legislatura é o de que a trajetória das finanças públicas portuguesas que foi apresentada em 2015 foi inteiramente cumprida.

Esta trajetória permite poupar centenas de milhões de euros em juros, que de outra forma seriam suportados pelos portugueses e redundariam em sacrifícios para os serviços públicos.

Esta poupança em juros permite-nos investir mais (e não menos) nos portugueses e nos serviços públicos. Aqueles que não o querem ver são os mesmos que disseram que os portugueses não conseguiriam cumprir os seus compromissos e que aplaudiram a chegada de quem viria – diziam – colocar o país em ordem.

As metas alcançadas permitem, pela primeira vez, perante um futuro abrandamento da economia europeia, evitar que entremos novamente em défices excessivos. Isso implicaria aumentos de impostos, cortes de despesas sociais e congelamentos de pensões e salários.

As metas alcançadas permitem, pela primeira vez, perante um futuro abrandamento da economia europeia, evitar que entremos novamente em défices excessivos.

Esta evolução mostra que as políticas seguidas são sustentáveis. Nem o Governo teria mandato para colocar de novo o financiamento da economia em risco.

Faz, ainda, com que os portugueses possam enfrentar o futuro com estabilidade e confiança, na melhoria dos seus rendimentos.

A sociedade portuguesa merece, de todos, que cumpramos este compromisso. Um compromisso traduzido em mais professores, mais médicos e enfermeiros. Em contratos mais estáveis. Em pensões que não estão congeladas e prestações que combatem a pobreza e a exclusão. Num alívio fiscal colossal, superior a 1.000 milhões de euros, sobre os nossos salários. Num equilíbrio virtuoso entre receitas e despesas que nos permite, em inteira normalidade, reforçar as despesas sociais e reduzir as despesas financeiras.

A discussão em torno das opções económicas, financeiras e orçamentais deve ser aberta na procura das melhores soluções. Isso reforça o capital social do país. Mas o equilíbrio das opções deve estar sempre presente. Não podemos apenas considerar um lado da balança, seja aprovar aumentos de despesa ou reduções de receita. Ao elegermos essas medidas temos que promover o equilíbrio responsável que nos trouxe até aqui.

(Reuters) Portugal debt chief says difficult to see near-term Italian ratings downgrade

(Reuters) Italy’s credit rating is unlikely to be downgraded in the near term because the country still has a primary surplus and is less exposed to external shocks than other countries, the head of Portugal’s debt agency said on Tuesday.

“I find it difficult to see Italy downgraded in the near future,” Christina Casalinho, chief executive officer at the Portuguese government debt agency said at a conference in Brussels.

She added that Portugal had a more diverse investor base, helping to limit contagion from Italian market volatility.

(BBG) Macron Says the Euro Is Not Yet an Alternative to U.S. Dollar

(BBG) French President Emmanuel Macron said that the euro is not “a clear alternative” to the dollar thanks to the U.S. currency’s international “strengths.”

“Until now, we fail to make the euro as strong as the dollar,” Macron, speaking English, said in an interview with CNN broadcast on Sunday. “We made a great job during the past years but it’s not yet sufficient.”

For the French president, European corporations and entities are too dependent upon the U.S. currency. “This is an issue of sovereignty for me. So that’s why I want us to work very closely with our financial institutions, at the European levels and with all the partners, in order to build a capacity to be less dependent from the dollar,” he said.

“It doesn’t mean to be opponents — but I think for the stability of the global order, you’ll need a strong currency like (the) dollar, but you need some alternatives. Euro has to be one of these alternatives, which means we have to better enhance our financial structures and the financing of our players at the euro-zone level,” Macron said.

Macron said the Chinese currency was a de facto alternative to the greenback, “not at the global level but for a certain region.”

(OBS) Alexander Stubb: “Europa deve uma desculpa e um agradecimento a Portugal”

(OBS) A Europa deve uma desculpa a Portugal pelas “tremendas medidas” de austeridade que foram impostas durante a crise, afirmou Alexander Stubb, pré-candidato à presidência da Comissão Europeia.

EUROPEAN PARLIAMENT HANDOUT/EPA

A Europa deve uma desculpa e um agradecimento a Portugal pelas “tremendas medidas” de austeridade que foram impostas durante a crise, afirmou Alexander Stubb, pré-candidato do Partido Popular Europeu (centro-direita) à presidência da Comissão Europeia.

“Penso que, de muitas formas, a Europa deve uma desculpa e um agradecimento a Portugal, no sentido de que as medidas de austeridade que o governo de centro-direita tomou em plena crise foram tremendas”, disse Stubb numa entrevista à agência Lusa em Lisboa.

Mas para o ex-primeiro-ministro (2014-2015) e ex-ministro das Finanças (2015-2016) finlandês, considerado um “falcão da austeridade”, não havia alternativa: “Tivesse eu de fazer o mesmo na Finlândia, como primeiro-ministro ou ministro das Finanças, tinha de avançar. É assim”.

O Governo de coligação PSD-CDS, “fez um ótimo trabalho numa situação difícil”, mostrando “muita coragem”, mas “desde que o governo mudou”, Stubb diz que “não tem visto muita ação”.

“Se olharmos para o desenvolvimento económico português, gostava de ver um desempenho melhor. Penso que é a 20.ª economia com crescimento mais lento na Europa neste momento”, considerou Stubb, que é atualmente vice-presidente do Banco Europeu de Investimento.

Quanto ao futuro da União Económica e Monetária (UEM), Alexander Stubb assegurou que, enquanto “pró-europeu ávido”, é e sempre foi “a favor de mais integração” e de “aprofundar o euro”.

“Em relação ao euro, penso que demos passos enormes durante a crise, a legislação [de coordenação orçamental] ‘two pack’ e ‘six pack’, o mecanismo de estabilidade europeu e, obviamente, o embrião da união bancária. No final, quero ver uma união bancária plena, incluindo a garantia de depósitos e provavelmente uma mutualização da dívida”, assegurou.

“Mas isso não vai acontecer de um dia para o outro. As condições têm de estar lá [e] estamos a alguns anos disso”, advertiu.

Para Stubb, desenvolvimentos com o orçamento que Itália apresentou para 2019, que prevê “o agravamento anual da dívida em 40 mil milhões de euros durante três anos”, “não ajudam”, porque “aqueles que querem abrandar o curso nesta matéria, vão apontar o dedo à Itália”.

“Não sei qual é o Orçamento de Portugal, o da Finlândia é de cerca de 55 mil milhões, e se a Itália está a assumir 40 mil milhões por ano de mais dívida para aplicar uma política fiscal estúpida, não vai fazer avançar a causa da união bancária ou outros objetivos”, frisou.

Vice-presidente do Banco Europeu de Investimentos, Stubb sublinhou que esta instituição “é um exemplo de um banco completamente mutualizado”.

“Partilhamos dívida e funciona. Mas partilhamos dívida com base nas condições do mercado, não com base em decisões políticas, e é provavelmente isto que tem de ser tido em consideração”, afirmou.

Alexander Stubb, que disputa a designação como ‘Spitzenkandidat’ do Partido Popular Europeu (PPE, centro-direita) com o alemão Manfred Weber, da CSU, foi entrevistado à margem da iniciativa Escola Europa, organizada pelo Partido Social-Democrata (PSD) de Portugal e pelo Partido Popular (PP) de Espanha com o apoio daquele grupo político europeu.

Após as eleições europeias, em maio próximo, cabe ao Conselho Europeu, compostos pelos chefes de Estado e de Governo dos membros da UE, designar um candidato à presidência da Comissão, o qual se submete depois a votação no Parlamento Europeu.

O Tratado de Lisboa determina que o resultado das eleições europeias seja tido em conta na escolha do presidente da Comissão, mas o Conselho não é legalmente obrigado a fazê-lo.

A escolha de candidatos pelos grupos políticos, os chamados “Spitzenkandidat” ocorreu pela primeira vez nas eleições europeias de 2014, em que Jean-Claude Juncker, candidato pelo PPE, sucedeu a José Manuel Durão Barroso.

(EurActiv) ‘No thanks!’ to EU and Nato, Iceland PM says

(EurActiv)

  • Katrin Jakobsdottir became Iceland’s first Green prime minister on 30 November 2017 (Photo: Seppo Samuli/norden.org)

Eurozone failures mean Iceland should stay out of the EU, its prime minister told EUobserver.

She would also quit Nato if she had her say.

  • During the Second World War US troops kept Iceland free from German occupation (Photo: EUobserver)

“I don’t think we should enter the EU right now. I don’t think there is any reason to apply,” Katrin Jakobsdottir said in an interview with this website, as Iceland’s new government prepared to celebrate its first anniversary in power.

“Personally, I’m critical towards the economic policies of the EU – the creation of the eurozone without any real centralised policies on taxes or fiscal policies,” she said.

“The European Central Bank has become really powerful without being very democratic. The economic policies of the EU have been really distant from people in the eurozone and they’ve created divisions that need not be there,” she added.

Iceland applied to join the EU in 2009, but abandoned the process in 2015.

It has remained a member of the European Free Trade Association (EFTA) and the European Economic Area (EEA), two free-trade clubs, instead.

The North Atlantic country, with a tiny population of just 340,000 people, is also a member of Nato, the world’s largest military alliance.

The issue of EU membership remained divisive, Jakobsdottir said.

“It was controversial then [in 2009] and still is,” she said after recent polls, which indicated that 60 percent of Icelanders wanted to stay out of Europe, while 40 percent wanted to go in.

Free trade with the EU had been unequivocally good for Iceland, the eurosceptic prime minister said, however.

“Iceland’s position within the EEA has proved beneficial to us,” Jakobsdottir said.

“When we look at our economy, our social structure and our policy-making, I think that we’ve done pretty well without being members of the EU,” the prime minister said.

“You can check all the indices of the world: We’re not doing too badly on economic performance, social indicators, or gender equality for that matter, where we’re ahead of all other Nordic countries,” she added.

War games

The 42-year old Jakobsdottir, a former academic, became the second-ever woman to lead Iceland last year.

Her party, the Left-Green Movement, formed a coalition with the liberal Progressive and Independence parties to take power.

The government supports Nato membership, but the prime minister said she favoured “diplomatic and political” solutions to modern security challenges.

“My party’s position is that we are against Iceland’s membership of Nato. However, we’re the only party in Iceland’s parliament that holds that position,” she said.

“We – as the Left-Green party – recognise that there is a strong majority in Iceland in support of our Nato membership, but we don’t favour the idea of a permanent military presence here in Iceland,” she added.

US troops kept Iceland free from German occupation in World War II.

Iceland also became a founding member of Nato in 1949, but the US quit its permanent base there in 2006.

Jakobsdottir spoke amid mass-scale Nato war-games – Trident Juncture – which began last week and which saw three Canadian and two British frigates as well as a US amphibious assault ship, the USS Iwo Jima, and 7,000 American soldiers come to Reykjavik.

The operation’s focus is to defend Norway from a “fictitious aggressor” – Nato’s veiled term for Russia.

But the straits between Greenland, Iceland, and the UK have received increased attention after Russia seized Crimea from Ukraine in 2014 and began a military build-up in the Baltic and Arctic regions.

US P-8 Poseidon aircraft, which hunt for Russian submarines, have also become frequent visitors at Iceland’s Keflavik airport in recent years.

Diplomatic solutions

Jakobsdottir said she was “critical of any increased militarisation of the North Atlantic.”

Her government would “stick to the security policy [Nato membership] that we’ve agreed upon”, she said.

But “we [her party] favour more peaceful solutions and we don’t think that increased militarisation is a solution,” she added.

“We need to strengthen diplomatic and political relations. We will not give up that position even if there is trouble around us,” she said.

(CNBC) Comparing Italy debt concerns to Greece is ‘not quite fair’: European Stability Mechanism chief

(CNBC)

  • It’s unfair to draw comparisons between Italy and Greece at the height of its debt crisis, according to Klaus Regling, managing director for the European Stability Mechanism.
  • Italy had always been in a much better situation because of its relatively smaller deficits, current account surplus and high private sector savings, Regling told CNBC.
  • Last month, the government agreed on a 2.4 percent budget deficit target for 2019, which is three times higher than the number that the previous government had planned.
Italy was 'always in a much better situation' than Greece: ESM

Italy was ‘always in a much better situation’ than Greece: ESM  

It’s unfair to draw comparisons between the current concerns about Italy’s budget deficit targets and Greece at the height of the its debt crisis, according to the managing director of Europe’s bailout fund.

Over the last eight years during the euro crisis, Italy never lost market access, Klaus Regling, managing director for the European Stability Mechanism, told CNBC’s Nancy Hungerford on Thursday at the IMF and World Bank annual meetings in Bali, Indonesia.

“The comparison with Greece is, I think, not quite fair, at least not when we compare Greece when it was in the difficult phase,” Regling said, adding, that Italy had long been in a much better situation.

“Because (Italy’s) deficits were relatively small, there’s a current account surplus for Italy, we know that a lot of the Italian sovereign debt is financed by residents because savings of the Italian private sector is very high,” he said.

Still, the country has become a concern for investors in recent weeks after its new coalition government announced plans to increase public spending in the coming years.

Last month, the government agreed on a 2.4 percent budget deficit target for 2019, which is three times higher than the number that the previous government had planned. It set a debt-to-GDP target of 130 percent in 2019. Italy also predicted growth rate for next year to be 1.5 percent.

Klaus Regling, managing director of the European Stability Mechanism. 

Andrew Harrer | Bloomberg | Getty Images
Klaus Regling, managing director of the European Stability Mechanism.

Rome holds the second-highest debt pile in the euro zone, totaling about 2.3 trillion euros ($2.67 trillion), and investors are worried that higher spending could prevent Italy from reducing its massive debt pile and may plunge the country into a sudden crisis.

Regling said there are some worries around the country’s deficit targets but pointed out that there is only a “preliminary indication” of what might be happening.

“There’s concern about budget numbers. We don’t know the details. They would only be given to the European Commission next week. They have a the job of checking the underlying data, which we don’t know yet,” he said.

When asked if the ESM is prepared to bail out Italy in the event of a potential debt crisis, Regling said such a question was jumping a bit ahead but pointed out that programs were available to all member states .

“I prefer to look at the detailed numbers when we get them next week,” he said. “As I said, Italy has its strengths, and I would not jump three steps ahead.”

Italy is due to send its 2019 budget to the European Commission for analysis by Oct.15.

Italian bond yields hit nearly a five-year high earlier this week, which indicated a higher risk environment. Ratings agencies are expected to announce their latest rating decisions for Italy before the end of October.

(JN) A Zona Euro tem um novo mega banco. E é demasiado grande para falir

(JNNo arranque deste mês, o número de bancos considerados demasiado grandes para falir na Zona Euro passou de sete para oito. O recém-chegado é o Nordea Bank Abp, que vai transferir a sua sede de Estocolmo para Helsínquia.

O banco, cujos 670 mil milhões de dólares em activos representam mais do dobro do PIB da Finlândia, deixou claro que a mudança foi motivada por questões regulatórias e pelo desejo de estar dentro da união bancária europeia.

“Estaremos no núcleo da Europa”, disse o CEO Casper von Koskull aos jornalistas, em Estocolmo. “Acho importante que também possamos influenciar a Europa”.

Sob a liderança de Von Koskull, que ocupou vários cargos importantes no Goldman Sachs antes de se juntar ao Nordea, o banco vendeu vários activos fora da região nórdica, incluindo no Luxemburgo, nos países bálticos e na Rússia.

Em entrevista à Bloomberg TV, na segunda-feira, Von Koskull disse que crescer através de aquisições na Europa não está na agenda.

“Liderar um banco com foco no seu tamanho não é um bom sinal, pelo menos para mim”, disse. “A consolidação europeia, claro, é algo que acompanhamos, mas que não está nos nossos planos por enquanto”.

O Nordea está a atravessar uma grande transformação, na qual os serviços automatizados e digitalizados estão a substituir os seres humanos. O Nordea afirma que precisa de cortar cerca de 6.000 postos de trabalho como parte deste plano. Von Koskull acredita que todo o sector financeiro global precisa de adoptar uma abordagem semelhante para manter a competitividade.

A chegada de um banco internacional sistemicamente importante mudará de forma significativa o sector financeiro da Finlândia. Os activos da indústria financeira daquele país subirão para 400% do PIB após a mudança e o Nordea substituirá a Nokia no lugar de maior empresa de capital aberto com sede na Finlândia.

O regulador do sector financeiro da Finlândia teve mesmo de aumentar a sua equipa em 10% para se preparar para a chegada do Nordea.

O presidente do Banco da Finlândia, Olli Rehn, disse que a decisão do Nordea de se mudar para Helsínquia “deve ser vista como um voto de confiança na união bancária da Zona Euro”, em entrevista à emissora finlandesa YLE TV1, no sábado.

“Para a Finlândia, a união bancária garante mais resistência para enfrentar possíveis dificuldades e isso é importante” se considerarmos o tamanho do sector financeiro em comparação com a economia do país quando o Nordea chegar, acrescentou.

A Suécia, por seu lado, ficará com um sector financeiro consideravelmente mais pequeno, o que está a gerar preocupações a respeito da posição de Estocolmo como centro financeiro quando o Nordea sair. O governo liderado pelo Partido Social-Democrata adoptou uma postura mais dura em relação aos bancos quando esteve no poder, e os partidos da oposição afirmam que isso acabou por afastar do país o maior banco da região nórdica.

(PUB) “Há dois Mários Centenos” – Pauto Trigo Pereira

(PUB) Catedrático do ISEG e deputado do PS, Paulo Trigo Pereira é um dos autores do cenário macroeconómico que Costa levou às eleições. Em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, afirma que a Comissão Europeia vai ter que aceitar a derrapagem do défice italiano e que isso pode ser bom para Portugal. Contrariamente a Centeno, defende uma redução mais lenta do défice e é contra os superávits a partir de 2020

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NUNO FERREIRA SANTOS

O deputado eleito nas listas do PS considera que é mesmo importante baixar a factura da luz às famílias. Também discorda do Governo em termos estratégicos: se depender de Paulo Trigo Pereira, os superávits preconizados pelo executivo socialista bem podem esperar…

António Costa deixou na entrevista à TVI que não se confirma a descida do IVA da electricidade neste Orçamento. O primeiro-ministro admitiu que a factura da luz talvez desça, mas por outras vias. Concorda com esta opção?
O preço da electricidade em Portugal é dos mais caros da Europa e o peso dos gastos da energia nos orçamentos das famílias portuguesas também é muitíssimo elevado. Temos que reduzir isto. A questão é que uma baixa da taxa do IVA teria uma repercussão orçamental brutal. Está na taxa máxima. Mesmo que fosse para a intermédia teria uma implicação brutal e depois teríamos que ver como iríamos financiar isto, se era com aumento de impostos, se era de outra maneira.

O objectivo é reduzir os encargos que as famílias e as empresas têm com a energia e há várias maneiras de o conseguir. Uma é retirar da factura que as famílias pagam componentes que não têm nada a ver com a energia. Por exemplo, a taxa de ocupação do subsolo. Há uma série de rendas que estão nos chamados CMEC que vão para municípios e que deviam ser as empresas a suportar e que são repercutidas nos municípios. A ideia, que já está contemplada no Orçamento do Estado anterior, é que esses custos não devem estar na factura. Ainda por cima os municípios têm liberdade para definir esta taxa, a da ocupação do subsolo, que é o direito de passagem, se quiser. Há taxas inacreditáveis que estão a ser praticadas. Outra questão essencial é pensar nas famílias mais carenciadas e na tarifa social de energia que está muito pouco implementada. É um direito que as famílias têm, mas, por desconhecimento ou por outra razão qualquer, o facto é que há relativamente poucas famílias a aderirem à tarifa social de energia. Se calhar, tem que se simplificar os mecanismos burocráticos.

O economista Ricardo Cabral, que conhece muito bem, escreveu há dias no PÚBLICO que provavelmente pela primeira vez desde 1973 poderíamos ter défice zero  em 2018, a anunciar em 2019, ano de eleições. Paulo Trigo Pereira manifestou-se contra a redução tão acelerada do défice.
Eu acho que não vamos ter défice zero, até porque existem as chamadas medidas “one-off” que têm a ver com capitalização. Mas sim, podemos vir a ter um défice de cerca de menos 0,2.

Tecnicamente é zero.
Já agora, as décimas do défice são geríveis pelo Ministério das Finanças. O ministro das Finanças, com o grau de liberdade que tem nas cativações, na reserva orçamental, na dotação orçamental do Ministério das Finanças, pode ajustar — entre duas e três décimas é perfeitamente ajustável. Acho que não será zero, haverá algum défice, à volta de -0,2% sem medidas extraordinárias. Se eu concordo que o défice vá a zeros? Discordo. Aliás, eu e Ricardo Cabral, meu estimado amigo e colega, fizemos um livro, mais dois investigadores, em que defendemos algo que não se fala e que é a coisa mais importante que se devia estar a discutir neste momento, que é o objectivo de médio prazo para as finanças públicas. Ou seja, para onde queremos prosseguir? Vamos continuar a reduzir o défice eternamente? Isto devia estar a ser discutido, porque está a ser discutido agora a nível europeu e vai ser deliberado no início de 2019. E se o objectivo de médio prazo para as finanças públicas — ou seja, o saldo que devemos atingir no médio prazo — continuar a ser o que está agora, que é de mais 0,25% do PIB, temos que continuar a apertar o cinto até 2022-2023.

A razão que nos levou a escrever o livro é que nós achamos essencial rever isto. Mário Centeno vai ter um papel, enquanto líder do Eurogrupo, nesta matéria. Isto não deve ser só para Portugal. Os tratados, o Programa de Estabilidade, a Lei de Enquadramento Orçamental, falam sempre de um défice de -0,5%. Depois há a regra do -3. Isto é absolutamente crucial para Portugal e para o próximo Governo, já agora, que isto seja revisto em baixa. O que acho razoável, e é aquilo acho expectável, é que este ano o défice sem medidas extraordinárias ande à volta de -0,2 e para o ano a mesma coisa. Chegámos ao limite da redução do défice que é perfeitamente sustentável do ponto de vista da dinâmica das finanças públicas e da dinâmica da dívida pública. Nós não precisamos de continuar a apertar, apertar, apertar o cinto.

E não estamos já a apertar demais?
Não. Estamos a apertar aquilo que é necessário, porque obviamente esta política que o Governo tem seguido de redução do défice tem trazido imensos benefícios para os portugueses. Vamos ver o que se vai passar em Itália. Os italianos, coitados, que têm este Governo, estão a ter objectivos para o défice muito mais ambiciosos do que a União Europeia quer. E as consequências que isto já está a ter no mercado da dívida pública é uma subida brutal dos juros das obrigações do Tesouro italiano. O que significa que, se retirarmos os juros que vão pagar a mais em relação ao défice que vão ter, não sobra nada. Eles vão perder reputação internacional e vão pagá-la com juros mais elevados.

E não nos podia acontecer o mesmo, se, seguindo o seu conselho, o Governo assumisse desde já que nunca iria chegar a um excedente orçamental de 0,25 e iria ficar sempre naquilo que era o défice proposto para os próximos dois anos?

Não, não acontece isso, porque um défice de -0,2 no contexto europeu é perfeitamente razoável e leva a uma redução da dívida pública ao ritmo que as regras comunitárias exigem. Portanto, essa questão não se coloca. Mas eu não vejo isto do ponto de vista exclusivamente português. Acho que isto se devia começar a discutir para pressionar para que a nível europeu essa decisão seja tomada, não apenas para Portugal, mas para todos.

É bom ou mau que Mário Centeno seja presidente do Eurogrupo?
É bom. Eu acho que Mário Centeno não pode obviamente no Eurogrupo defender casos particulares, muito menos o caso particular português. Mas há margem para interpretar e rever as regras do tal objectivo de médio prazo.

Acha que o ministro das Finanças está mesmo interessado em rever esse objectivo?
Eu acho que… (pausa) qualquer pessoa, e o ministro das Finanças incluído, que esteja interessada em criar condições de estabilidade para uma próxima legislatura — e nomeadamente com um Governo PS — deve estar interessado nisso. Eu percebo a sua pergunta… Implicitamente o ministro das Finanças estará dividido nos seus dois papéis.. Claro que está, claro que está.

Há dois Mários Centenos neste momento?
Há dois Mários Centenos, o líder do Eurogrupo e o ministro das Finanças. Agora, eu acho que é possível conciliar os dois Mários Centenos. Esse é o meu ponto. E a conciliação possível, que beneficiaria a Europa e não só Portugal, já agora, é solicitar que países tenham objectivos para as finanças públicas razoáveis. Mais: eu acho que o caso italiano, paradoxalmente, vai dar mais força ao caso português. A Comissão Europeia e o Eurogrupo vão ter aqui um bico de obra. O que vão fazer a Itália, que apresentou um orçamento que à luz das regras comunitárias é inaceitável? Ainda estamos na fase da diplomacia., mas há-de chegar o dia da verdade. Quando for aprovado o orçamento no parlamento italiano e o dia da verdade chegar, vamos olhar para o défice que lá está. E imagine que o défice é 2%. Vai contra as regras comunitárias. O que se passa em Itália tem paradoxalmente efeitos positivos e negativos em Portugal. Tem efeitos negativos porque não estamos completamente isentos de contágio.

O positivo é que nas negociações à escala europeia temos toda a legitimidade de dizer: ‘Ó meus amigos, então vocês aceitam — porque vão ter que aceitar — este défice italiano e estão aqui a exigir a Portugal ter um excedente primário de quase 4%?”. Nós não temos divergências com o Governo relativamente a 2019, mas para 2020, 2021 e 2022 temos. Do ponto de vista económico, do impacto na economia, na dinâmica da dívida, etc., manter um défice pequeno — perto dos 0,2% é perfeitamente suficiente.

(ZH) Italy Defies Europe, Agrees On 2019 Budget Deficit At 2.4% Of GDP

(ZH) Despite the resistance of Italy’s finance minister Giovanni Tria who had pushed back against demands by the League and the Five Star Movement to push Italy’s budget deficit above 2% in 2019, demanding a hard stop at 1.6%, moments ago the Italian budget negotiations reached a successful conclusion, when Italy’s Deputy Premier Matteo Salvini, and League leader, said that agreement had been reached on the 2019 deficit to be at 2.4% of GDP, as he and Di Maio demanded in recent days to fund what had emerged as key sticking point, namely Universal Basic Income for the people.

Commenting on the outcome, Italy’s other deputy premier Luigi Di Maio, said he had succeeded in a “budget for the people” adding that the budget cancels poverty thanks to “citizen’s income,” at a cost of €10 billion. He added that other measures include reform of job centers, pension reform, and a €1.5 billion fund for victims of bank crises.

Salvini and Di Maio said that Italy’s government is united on the budget goal, although it was unclear if Finmin Tria would stay on after his “fiscally prudent” position had been rejected although Bloomberg reports that according to a League official, Tria had agreed with the 2.4% budget deficit target.

Attention now turns to how Brussels will respond as it will certainly not be excited. Ahead of the decision, EU Commissioner Moscovici was quoted in la Stampa, saying that Italy’s deficit must stay below 2%, while the final number is 0.4% above this.

For now, there has been little reaction in assets, with Italian debt yields unchanged on the news after getting hit earlier, while EURUSD dipped slightly and continuing to trade near session lows.

(EurActiv) Dijsselbloem: ‘Come back to politics? Maybe in my next life’

(EurActiv)

Former Eurogroup President and Dutch Finance Minister, Jeroen Dijsselbloem. [Council]

Former Eurogroup president and Dutch Finance minister Jeroen Dijsselbloem has ruled out a return to politics as a member of the progressive platform set up by French President Emmanuel Macron, although he supports the movement.

Speaking on the margins of a European Banking Federation conference on Thursday (27 September), Dijsselbloem told EURACTIV.com  how the French leader told him about his plans to launch En Marche! back in 2016.

“I asked him: Can non-French people also join? And he said ‘of course, go to the website’”.

Dijsselbloem confirmed he is a sympathiser of EM. But once Macron turned the movement into a political party, the former Eurogroup chief said he did not become a member.

Macron is looking for likeminded pro-European and progressive politicians to join his platform.

Last June, EM and Ciudadanos, Spain’s liberal party led by Albert Rivera, joined forces and set up a platform to attract similar political movements in the run-up to the European elections in May 2019.

Two weeks after Jean-Claude Juncker’s speech in Strasbourg triggered kick-off debates in the European Parliament about the 2019 elections, the party of Emmanuel Macron – one of the most closely watched politicians in Europe – officially launches its campaign outside France in Berlin on Saturday (29 September).

But Dijsselbloem is not planning to revive his political career under a new umbrella, following the worst results registered by his own party, the Labour party (PvDA), during the Dutch elections held in May 2017.

He said he has “no plans at all” to return to politics. “Maybe in my next life”, he said.

Dijsselbloem is currently promoting his memoirs at the Eurogroup’s helm during the crisis years.

His straight-talk and insights are still well regarded by some. Speaking to bankers on Tuesday he said “banks are too fat”, with too many groups and branches in Europe.

He also criticised the overprotection offered by national politicians to ailing banks. And he defended controversial ideas such as a mechanism to restructure sovereign debt.

However, he remains a divisive figure in Europe.

While he was Eurogroup president, he said that Southern countries had spent all their money “on drinks and women” during the crisis and then asked for help.

Competition Commissioner Margrethe Vestager skipped the European Commission’s “no comment on comments” policy to criticise Eurogroup President Jeroen Dijsselbloem’s remarks about southern member states.

Sources close to Macron’s platform also doubted he could bring added value to the initiative given his party’s poor recent results.

The same sources added that there has been no contact with him and they were not planning to take advantage of Dijsselbloem’s affinity with the movement.

Macron and Rivera are currently scoping potential allies across Europe. Members of the platform said they are still discussing the format of the political organisation, although they did not give details about the parties interested to join or whether there would be a kick-off congress in the coming months.

Some of the potential allies are new liberal parties popping up in central and Eastern European countries.

Meanwhile, the leader of the liberal group in the European Parliament, Belgian Guy Verhofstadt, has expressed his willingness to join forces with Macron.

On Thursday, Macron’s right-hand Christophe Castaner published a column in various European newspapers with Italy’s former prime minister Matteo Renzi, Maltese Prime Minister, Joseph Muscat, Rivera and Verhofstadt, among others.

They invited progressive politicians to join forces and fight resurgent nationalism ahead of the European elections.

(DW) European Central Bank unveils new €100 and €200 banknotes

(DW) The European Central Bank has said the new notes will include the latest anti-counterfeiting features and come in a slimmer size. The new €100 and €200 bills are slated to go into circulation across the eurozone by May.

    
Presentation of the new banknotes (picture-alliance/dpa/H. Punz)

The European Central Bank (ECB) unveiled the new €100 and €200 notes to the public at its headquarters in Frankfurt on Monday.

Like other bills in the second-generation “Europa” series, introduced in 2013, the new banknotes will include different holograms in a silver strip and an “emerald number” showing the denomination.

The new bills have also been updated to include the latest anti-counterfeiting features, including an improved “satellite” hologram of small euro symbols, while also being reduced in size to match the height of the €50 bill. That means notes will only be distinguishable by their length, with the longer ones bearing a higher value.

The new €100 and €200 banknotes are unveiled at the ECB headquarters in Frankfurt (Reuters/K. Pfaffenbach)The new euro notes are tipped to come with the latest security and anti-counterfeiting features

ECB board member Yves Mersch told reporters in Frankfurt that green €100 banknotes make up some 23 percent of the value of paper money in circulation in the eurozone, making them “not just a niche product and also not just a rich (person’s) product.”

Despite the increasing use of electronic payments, Mersch said Europeans remained attached to paper money. Banknotes, he said, were “the most inclusive payment method” since they do not require special equipment and are equally available to all, including the elderly, handicapped and minors.

Nevertheless, more than a million cash machines across the 19-member eurozone will have to be adjusted before the new notes go into circulation in May next year. The older notes will remain legal tender but will gradually be phased out from circulation.

(EUobserver) No plans for digital euro, Draghi says

(EUobserver) European Central Bank (ECB) chief Mario Draghi has said the eurozone was not looking to create a digital currency. “The ECB and the eurosystem currently have no plans to issue a central bank digital currency,” he said in a letter to an MEP on Friday, Reuters reports. Such technologies “require substantial further development” and there was no “concrete need” for a digital euro, he added.