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(OBS) Três avisos por causa das eleições espanholas – Rui Ramos

(OBS)

O luxo de excluir partidos ditos de “extrema-direita” ou “extrema-esquerda” durou, após a Guerra Fria, apenas enquanto os outros partidos não precisaram deles para disputarem o poder.

Primeiro aviso: os sistemas eleitorais também “votam”. Para usar a arrumação que fazia ontem El País, excluindo naturalmente os partidos localistas, a direita em Espanha – PP, Ciudadanos, Vox e Navarra Suma (coligação de PP e Ciudadanos) – teve 11 276 920 votos e elegeu 149 deputados, e a esquerda – PSOE e Unidas Podemos – 11 213 684 votos e 165 deputados. Porque é que a esquerda, com menos votos, conseguiu mais deputados? Porque os seus eleitores concentraram-se no PSOE, enquanto os da direita se dispersaram. Em 2016, a direita obteve menos votos do que este ano (11 129 988), mas mais deputados (169) graças à convergência de votos no PP. O sistema é igual para todos, mas os eleitores da esquerda, este ano, usaram-no mais eficazmente. O problema da direita não está no desaparecimento do seu eleitorado, que aliás nunca foi tão grande em Espanha, mas na incapacidade do PP para evitar a sua fragmentação. Incapacidade que não se deveu certamente à sua suposta “radicalização”, porque se alguma coisa definiu os concorrentes que lhe disputaram os votos, o Vox e um Ciudadanos que prometeu nunca entender-se com o PSOE, não foi exactamente a “moderação”, signifique isso o que significar.

O segundo aviso é este: o poder numa conjuntura de prosperidade é remédio para todos os males. Há um ano, o PP estava no governo e o PSOE, após sete anos de oposição, tinha o Podemos a 1 ponto percentual de distância (22,6% vs. 21,15% nas eleições de 2016). Pedro Sánchez, na sua reedição como líder socialista, parecia um morto que se recusava a admitir que tinha morrido.  Passado um ano, a sua vitória não foi propriamente épica, mas graças à dispersão à direita e ao colapso da extrema-esquerda, o PSOE voltou a ser o maior partido (vale agora o dobro de votos do Podemos). Que se passou? Isto: em Junho de 2018, Sánchez decidiu ir para o governo custasse o que custasse. Muitos socialistas avisaram-no de que um partido social democrata, europeísta e constitucionalista não podia misturar-se com radicais e separatistas. Seria “perder o centro”, seria o suicídio. Sánchez percebeu que suicídio era continuar na oposição. Foi para o governo, contando com o Podemos e o independentismo catalão e basco. É verdade que teve vida incerta. Mas pôde aproveitar o trabalho de Mariano Rajoy, que equilibrara as contas do Estado e restabelecera o crédito, para regalar os dependentes do Estado. Ganhou assim o tal “centro”, que não se incomodou muito que ele andasse à boleia de “extremistas”. A sua sorte, porém, não acabou aí. Em 2017, Rajoy derrotara o golpismo dos separatistas da Catalunha, que, por isso, se dispuseram a ser mais contidos. Até disso Sánchez tirou partido, para dar a ideia de que teria sido ele a trazer a distensão. António Costa tem um digno emulo do outro lado da fronteira.

O terceiro aviso é para os inocentes que ainda levam muito a sério o alarido que à esquerda se faz sobre a extrema-direita, e à direita sobre a extrema-esquerda: guardem as vossas indignações na gaveta com muita alfazema, porque Podemos e Vox só não farão parte de maiorias governamentais se não forem necessários. A lição das transições de poder em Madrid e na Andaluzia em 2018 é que nunca o PSOE ou o PP deixarão de ir para o governo se tiverem votos para isso, venham esses votos de onde vierem. Como António Costa provou em Portugal, todos os votos valem agora o mesmo. O luxo de excluir partidos ditos de “extrema-direita” ou “extrema-esquerda” durou, após a Guerra Fria, apenas enquanto os outros partidos não precisaram deles para disputarem o poder. A extrema-esquerda, por exemplo, exalta-se muito com a extrema-direita. Mas na Grécia, o Syriza governou durante quatro anos com um partido, o Anel, que se por acaso estivesse no poder em coligação com a direita, todos os dias seria denunciado como racista e fascista. A regra é simples: só os “extremistas” que ajudarem os nossos inimigos é que são maus. Não  vale a pena fingir que não é assim.

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30/4/2019, 4:3661Partilhe

O luxo de excluir partidos ditos de “extrema-direita” ou “extrema-esquerda” durou, após a Guerra Fria, apenas enquanto os outros partidos não precisaram deles para disputarem o poder.

Primeiro aviso: os sistemas eleitorais também “votam”. Para usar a arrumação que fazia ontem El País, excluindo naturalmente os partidos localistas, a direita em Espanha – PP, Ciudadanos, Vox e Navarra Suma (coligação de PP e Ciudadanos) – teve 11 276 920 votos e elegeu 149 deputados, e a esquerda – PSOE e Unidas Podemos – 11 213 684 votos e 165 deputados. Porque é que a esquerda, com menos votos, conseguiu mais deputados? Porque os seus eleitores concentraram-se no PSOE, enquanto os da direita se dispersaram. Em 2016, a direita obteve menos votos do que este ano (11 129 988), mas mais deputados (169) graças à convergência de votos no PP. O sistema é igual para todos, mas os eleitores da esquerda, este ano, usaram-no mais eficazmente. O problema da direita não está no desaparecimento do seu eleitorado, que aliás nunca foi tão grande em Espanha, mas na incapacidade do PP para evitar a sua fragmentação. Incapacidade que não se deveu certamente à sua suposta “radicalização”, porque se alguma coisa definiu os concorrentes que lhe disputaram os votos, o Vox e um Ciudadanos que prometeu nunca entender-se com o PSOE, não foi exactamente a “moderação”, signifique isso o que significar.

O segundo aviso é este: o poder numa conjuntura de prosperidade é remédio para todos os males. Há um ano, o PP estava no governo e o PSOE, após sete anos de oposição, tinha o Podemos a 1 ponto percentual de distância (22,6% vs. 21,15% nas eleições de 2016). Pedro Sánchez, na sua reedição como líder socialista, parecia um morto que se recusava a admitir que tinha morrido.  Passado um ano, a sua vitória não foi propriamente épica, mas graças à dispersão à direita e ao colapso da extrema-esquerda, o PSOE voltou a ser o maior partido (vale agora o dobro de votos do Podemos). Que se passou? Isto: em Junho de 2018, Sánchez decidiu ir para o governo custasse o que custasse. Muitos socialistas avisaram-no de que um partido social democrata, europeísta e constitucionalista não podia misturar-se com radicais e separatistas. Seria “perder o centro”, seria o suicídio. Sánchez percebeu que suicídio era continuar na oposição. Foi para o governo, contando com o Podemos e o independentismo catalão e basco. É verdade que teve vida incerta. Mas pôde aproveitar o trabalho de Mariano Rajoy, que equilibrara as contas do Estado e restabelecera o crédito, para regalar os dependentes do Estado. Ganhou assim o tal “centro”, que não se incomodou muito que ele andasse à boleia de “extremistas”. A sua sorte, porém, não acabou aí. Em 2017, Rajoy derrotara o golpismo dos separatistas da Catalunha, que, por isso, se dispuseram a ser mais contidos. Até disso Sánchez tirou partido, para dar a deia de que teria sido ele a trazer a distensão. António Costa tem um digno emulo do outro lado da fronteira.i

O terceiro aviso é para os inocentes que ainda levam muito a sério o alarido que à esquerda se faz sobre a extrema-direita, e à direita sobre a extrema-esquerda: guardem as vossas indignações na gaveta com muita alfazema, porque Podemos e Vox só não farão parte de maiorias governamentais se não forem necessários. A lição das transições de poder em Madrid e na Andaluzia em 2018 é que nunca o PSOE ou o PP deixarão de ir para o governo se tiverem votos para isso, venham esses votos de onde vierem. Como António Costa provou em Portugal, todos os votos valem agora o mesmo. O luxo de excluir partidos ditos de “extrema-direita” ou “extrema-esquerda” durou, após a Guerra Fria, apenas enquanto os outros partidos não precisaram deles para disputarem o poder. A extrema-esquerda, por exemplo, exalta-se muito com a extrema-direita. Mas na Grécia, o Syriza governou durante quatro anos com um partido, o Anel, que se por acaso estivesse no poder em coligação com a direita, todos os dias seria denunciado como racista e fascista. A regra é simples: só os “extremistas” que ajudarem os nossos inimigos é que são maus. Não  vale a pena fingir que não é assim.

(EP) El PSOE gana las elecciones pero necesitará pactar y el PP sufre una debacle histórica

(EP) Pedro Sánchez es el único que puede formar Gobierno

Consulte aquí todos los resultados de las elecciones generales.

Solo dos años después de ser destituido como líder del PSOE y regresar como vencedor de sus segundas primarias, Pedro Sánchez ha ganado las elecciones con mayor claridad de la esperada. Incluso rozó el resultado soñado: sumar una mayoría sin necesidad de contar con los independentistas catalanes. Se quedó a uno. El presidente tiene ahora una posición política muy cómoda, con la oposición muy debilitada por el hundimiento sin paliativos del PP, al que casi dobla en escaños. Sánchez se quedó a un escaño de sumar la absoluta con Unidas Podemos, el PNV y algún otro grupo pequeño. En cualquier caso, bastaría con una abstención de ERC para que Sánchez fuera investido presidente en segunda votación. El PSOE tendrá mayoría absoluta en el Senado, otra fortaleza más.

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Con el 99,99% escrutado, el PSOE obtenía 123 escaños (28,70%) y Unidas Podemos 42. Mientras, el PP se quedaba en 66 escaños (16,68%), un desplome sin paliativos desde los 135 que obtuvo en 2016; Ciudadanos subía a 57 (15,84%) y Vox entraba en el Congreso con 24 (10,26%). ERC obtendría 15 escaños, una importante subida, que le sitúa como ganador en Cataluña por primera vez, con los socialistas muy cerca, en segunda posición. Junts per Catalunya caía a siete y el PNV subía a seis. Bildu dobló sus números anteriores y logró cuatro escaños.

Con este resultado, demoledor para una derecha fraccionada en tres, el PSOE es el único que tiene en su mano construir una mayoría para formar Gobierno. El éxito de Ciudadanos, que estuvo muy cerca de arrebatar el liderazgo de la derecha al PP, le permitiría sumar la mayoría absoluta con los socialistas, pero el propio Rivera descartó esa posibilidad, lo que le condena a quedarse en la oposición. Si había alguna opción, los militantes del PSOE se encargaron de complicarla. “¡Con Rivera no! ¡con Rivera no!” le gritaban eufóricos a Sánchez en la calle Ferraz. “Creo que ha quedado bastante claro, ¿no?”, les contestó él, sonriente. “Los españoles quieren claramente que el PSOE gobierne y lidere el país”, clamó. “No es no”, respondieron sus seguidores recordando su lema cuando se negó a apoyar la investidura de Mariano Rajoy y fue destituido.

En la batalla de los dos bloques que marcó las elecciones, la izquierda ganó con claridad: el PSOE y Podemos han sumado 18 escaños más que PP, Cs y Vox.

MÁS INFORMACIÓN

La noche desastrosa del bloque de la derecha forzará a una recomposición interna y deja muy tocado a Pablo Casado, que ha tenido el peor resultado de la historia del PP en su primer intento, muy por debajo de la más catastrófica de sus previsiones. Nueve meses después de alcanzar el liderazgo del PP, el popular es el que peor parado sale de las elecciones y sufrirá mucho para resistir la marea interna ante este desplome. La estrategia de derechización del partido ha sido desastrosa, porque ha perdido votos por el centro a manos de Ciudadanos, pero también de forma masiva por la derecha a manos de Vox. Sin admitir preguntas, algo inédito en él, Casado dijo que era “un muy mal resultado”, pero responsabilizó a la “fragmentación del voto” y parece dispuesto a seguir al frente del partido. El PP tratará ahora de frenar el hundimiento ante las elecciones municipales y autonómicas del 26 de mayo, pero Alberto Núñez Feijóo, la eterna alternativa que apuesta por una línea menos derechista, se encargó de recordar anoche que en Galicia sí se ha frenado a Vox y a Ciudadanos.

La extrema derecha de Santiago Abascal, gran protagonista de la campaña, entra de forma contundente en el Congreso, con 24 parlamentarios, pero no será decisiva para formar Gobierno y se ha quedado muy lejos de las mejores previsiones que le auguraban algunas encuestas. Serán quintos y con poca capacidad de influencia. España pierde pues la excepcionalidad de ser el único gran país europeo sin presencia de un partido fuerte de extrema derecha en el Parlamento, aunque la mantiene lejos del poder, al contrario de lo que sucede en Italia.

El PSOE ha logrado un resultado más bajo del que le auguraban las encuestas hace unas semanas, pero el hundimiento del PP ha hecho olvidar rápidamente esa amargura y la noche se transformó en una fiesta para los socialistas y en un funeral para los populares, con la calle Génova completamente vacía.

EP. 20: Y LA IZQUIERDA FRENÓ A LA DERECHA BRONCAAsí se vivió en la redacción de EL PAÍS el triunfo del PSOE, el desplome del PP y la entrada desinflada de Vox en el Congreso. Llega la hora de los pactos. 0:00:00 0:27:52

La victoria aplastante de ERC frente a Junts per Catalunya, el grupo de Carles Puigdemont, en su batalla por el liderazgo del independentismo —15 escaños frente a 7— da margen tanto a Sánchez como a Oriol Junqueras, líder de ERC, para buscar un acercamiento. Pero Sánchez ni siquiera lo necesita.

El PSOE logra una hegemonía clara en la izquierda que había perdido en 2015. Sánchez ha pasado de estar al borde del sorpasso en 2016, que finalmente no se produjo por muy poco, a doblar ampliamente en diputados a la formación de Pablo Iglesias. Hace un año, cuando Sánchez aún era el líder de la oposición, estaba hundido en las encuestas. Ahora está en La Moncloa y el PSOE vuelve a ser por primera vez desde 2008 el indiscutible primer partido de España con una enorme diferencia con el segundo, casi 60 diputados.

Unidas Podemos logró disipar los peores augurios sobre su hundimiento y frenar la caída hasta 42 escaños, lo que le fortalecerá en su aspiración de entrar en un Gobierno de coalición. Pese a su caída de 30 escaños, este resultado da oxígeno a su líder, Pablo Iglesias, que ha logrado una vez más mejorar las expectativas en una campaña centrada absolutamente en él después de tres meses desaparecido por su baja de paternidad, y con dos debates en los que logró destacar, e incluso ganar con claridad en el caso del segundo. Por primera vez desde la recuperación de la democracia, podría haber ministros de un partido a la izquierda del PSOE. En su primera intervención, Iglesias explicó que ya había hablado con Sánchez y le anunció que cree que “este es un resultado suficiente para construir un Gobierno de coalición de izquierdas”.

resultados elecciones generales

Claves | Por qué ha fracasado la derecha

Ciudadanos es otro de los grandes vencedores de la noche, aunque su éxito puede ser inútil. Pese a la irrupción de Vox, la formación de Albert Rivera habría logrado subir 25 escaños y quedarse a solo nueve del PP. Rivera también ha despejado los miedos que apuntaban que se desinflaría después de tomar la decisión más arriesgada de rechazar de forma tajante un acuerdo con el PSOE.

Ciudadanos será ahora un referente aún más claro del espacio del centroderecha. Pero no ha logrado sumar en el bloque de la derecha, su gran objetivo, y no tiene margen para formar Gobierno con el PSOE porque lo prometió de forma tajante. Rivera parece abocado así a luchar por el liderazgo de la oposición con un PP en descomposición que sufrirá sin duda grandes tensiones internas.

El PSOE dominará pues de nuevo la política española por primera vez desde 2011, algo que nadie habría soñado en este partido hace solo un año, cuando Mariano Rajoy gobernaba y el PSOE estaba hundido en las encuestas. La situación ha dado un vuelco total desde la moción de censura de junio de 2018, que ha hundido al PP y ha abierto una guerra sin cuartel en la derecha a la vez que lograba una sintonía entre las dos formaciones de la izquierda, PSOE y Podemos, desconocida en la historia reciente de España. El guionista loco de la política española ha vuelto a dar un nuevo giro inesperado.

(ECO) Eleições em Espanha deixam Governo em aberto e castigam bolsas lisboeta e madrilena

(ECO)

No rescaldo das legislativas espanholas, as ações de Portugal e Espanha recuam. No PSI-20, o destaque é a Galp, que apresentou resultados esta manhã antes da abertura do mercado.

As eleições legislativas em Espanha deixaram o Governo em aberto e as ações na Península Ibérica reagiram em baixa à incerteza política. O lisboeta PSI-20 abriu a perder 0,16% para 5.411,43 pontos (com nove das 18 cotadas no vermelho), enquanto o madrileno IBEX 35 perde 0,7%.

O PSOE de Pedro Sanchéz conseguiu 28,7%, o que lhe dará 123 deputados. Já o Podemos de Pablo Iglesias atinge 14,3% dos votos e 42 deputados. Ou seja, neste cenário, os socialistas ainda precisariam de se aliar aos independentistas para conseguirem governar. O PP de Pablo Casado é o grande derrotado da noite, tendo conseguido apenas 16,7% dos votos. O Cidadãos de Alberto Rivera teve 15,8% dos votos e os ultranacionalistas do Vox garantem a entrada no Parlamento espanhol nacional com 10,3%.

“A visão geral da DBRS é que esta eleição não irá resultar numa grande mudança política”, afirmou a agência de rating canadiana, numa reação esta segunda-feira, em que refere esperar que demore ainda algum tempo até que seja formado Governo.

“Apesar de se manter alguma incerteza política, a DBRS considera que várias características da política espanhola irão restringir resultados mais radicais. Estas incluem: forte apoio de partidos centristas, ausência de partidos significativamente eurocéticos e empenho pelo quadro orçamental europeu”, acrescentou.

Galp cai após resultados e Jerónimo Martins corrige

Além da incerteza vinda do país vizinho, Lisboa está a ser penalizada pela época de resultados. A Galp, cujos lucros caíram 24% para 103 milhões de euros no primeiro trimestre, segue a cair 1,3% para 14,79 euros por ação. Apesar do aumento da produção e das vendas na Europa, a unitização do campo de Lula no Brasil e a queda na margem de refinação penalizaram as contas.

Igualmente, também a Jerónimo Martins corrige dos fortes ganhos da última sessão e perde 1,5% para 14,56 euros por ação. Ainda no vermelho negoceiam a EDP Renováveis (-1,35%), a EDP (-0,53%) e os CTT (-0,44%), que irão também apresentar contas esta segunda-feira, após o fecho do mercado. A travar as quedas no índice, está o BCE, que avança 0,52% para 0,2497 euros por ação.

As bolsas da Península Ibérica contrariam, assim, a tendência europeia, que estende os ganhos das bolsas asiáticas. Em particular, Itália segue em alta depois de ter afastado a possibilidade de um corte no rating da dívida. Na passada sexta-feira, a Standard and Poor’s não fez alterações e a bolsa italiana abriu a ganhar 0,16%, enquanto o índice de bancos italianos sobe mais de 1%.

Os juros da dívida italiana recuam 3,4 pontos para 2,55%. Em Espanha, a yield sobe ligeiramente (0,6 pontos) para 1,03% e em Portugal mantém-se praticamente inalterada em 1,133%. O euro aprecia-se 0,11% contra a par norte-americana, para 1,116 dólares.

(TSF) El Mundo elege Portugal como um dos melhores países para viver a reforma

(TSF)

O clima, o povo hospitaleiro, o baixo custo de vida e uma “dieta saudável” são alguns dos fatores que pesaram na decisão. Veja que outros países fazem parte da lista do jornal espanhol.

Um país com vastas áreas rurais e uma costa extensa a perder de vista, “selvagem e bonita”. É assim que o El Mundo retrata Portugal, um dos destinos eleitos para viver na idade da reforma. O custo de vida, mais baixo do que o espanhol, e o povo hospitaleiro são também argumentos elencados para motivar os que se aposentam a escolher território português para viver.

Para o El Mundo, é ainda importante a posição de Portugal no Índice Global da Paz, onde, em 2018, atingiu o quarto lugar. Fazer parte da União Europeia também integra a lista de razões para fixar morada em Portugal durante a reforma.

Mas, para os que sofrem de artrite, a Tailândia é a escolha ideal, escreve o jornal espanhol. “O inverno não é frio, e é possível escapar ao calor e à humidade nas áreas montanhosas”, continua o El Mundo a descrever. É possível arrendar casa em Banguecoque por 300 euros e gastar 40 euros mensais em alimentação. “Praias de sonho, uma cultura budista, templos, montanhas e ilhas” são outros dos fatores apetecíveis para aqueles que querem desfrutar da reforma.

Peru, Costa Rica e Panamá

O Peru consta do mapa ideal para a publicação espanhola. A comida saudável, o património histórico e cultural, que inclui a cidade de Machu Picchu, as praias, as montanhas, o deserto, a medicina “privada de confiança” e mais de 300 dias de sol por ano são os maiores atrativos.

Mais a norte, a Costa Rica também é dos países mais indicados para reformados, pelo clima tropical, pelo “bom sistema sanitário”, pela “beleza natural” e por ser “um exemplo de modernidade”. A Costa Rica é ainda um lugar privilegiado pela quase ausência de alimentos processados, com primazia pelos legumes e frutas orgânicos.

(EM) España decide compartir con Portugal la celebración del quinto centenario de la primera vuelta al mundo

(EM)

Carmen Calvo habla de “gesta ibérica”, en vez de española, durante la presentación de los actos conjuntos hispano-lusos para conmemorar la primera circunnavegación al globo.

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Carmen Calvo, entre el ministro de Negocios Extranjeros de Portugal, Augusto Santos Silva (izda.), el historiador español José Álvarez Junco (dcha.) y sendos retratos de Magallanes y Elcano. EL MUNDO (Vídeo) // EFE (Foto)

La vicepresidenta del gobierno, Carmen Calvo, ha presentado este lunes la conmemoración del quinto centenario de la primera vuelta al mundo, que ha definido como una “gesta ibérica” en un deseo de unir a España y Portugal en la celebración.

De este modo, la circunnavegación, comenzada por Fernando de Magallanes y terminada por Juan Sebastián Elcano, servirá para alentar diversas acciones conjuntas que se prolongarán hasta 2022, según ha destacado la vicepresidenta. De este modo, ha pretendido atajar la polémica suscitada entre diversos círculos de historiadores, que han acusado al gobierno español de dejación y de ceder todo el protagonismo de la conmemoración a Portugal, cuando la presencia lusa en la hazaña fue minoritaria. Algunos, como María Elvira Roca Barea, incluso defienden que “Magallanes no era portugués”, ya que se hizo español.

En la presentación, en la que ha estado acompañada por el ministro de Negocios Extranjeros de Portugal, Augusto Santos Silva, y por el historiador José Álvarez Junco, Calvo ha asegurado: “No podemos interpretar con los ojos del presente los acontecimientos del pasado y este Gobierno no lo pretende“. Tras el acto madrileño, Calvo ha viajado a Lisboa para participar en otro similar con el gobierno portugués.

Calvo ha destacado que están previstos un total de 193 actos de carácter cultural, científico o deportivo, que se cumplirán en un calendario de tres años.

Hasta ahora, entre las acciones conjuntas que se han aprobado destaca la candidatura de la Ruta de Circunnavegación al Patrimonio Mundial de la Humanidad, promovida por Portugal y España junto a los demás países de la Ruta, así como viajes de circunnavegación a Patrimonio Mundial de la Humanidad, que se emprenderán en 2020-2021 por los Buques Escuela Sagres y Juan Sebastián Elcano.

En materia cultural, destaca una exposición itinerante sobre la circunnavegación, organizada por los Ministerios de Cultura de Portugal y España; la coproducción de una serie televisiva sobre el viaje; o el estudio sobre la ‘Proyección mundial del español y del portugués’, promovida por los Institutos Camoes y Cervantes.

Además, también se incluye en el programa de actos la presentación de una Declaración de los Ministros de Cultura de la Unión Europea sobre el significado de la circunnavegación; así como la participación de Portugal como país invitado en la Feria del Libro de Sevilla de 2019, bajo el lema ‘Leyendo voy, viajando vengo’. “

Álvarez Junco ha señalado que en la conmemoración hay lugar “para muchas cosas, menos para glorias nacionalistas actuales” porque, en su opinión, no dicen nada “a favor de España o de Portugal”, al tiempo que ha destacado que “los sujetos políticos actuales no son los de entonces”.

Según ha indicado, los protagonistas de esta “hazaña humana”, al igual que ocurrió con Cristóbal Colón, buscaban “gloria” y “poder”, pero no les interesaba la “identidad” y su “lealtad” no se debía a una “comunidad política. Esto, junto al carácter de “multinacionalidad” de quienes se embarcaron en aquella aventura, lleva a unas conmemoraciones de “una empresa europea que cambió el mundo”.

(ABC) Zapatero tanteó con Maduro su posible exilio

(ABC) Un portavoz del departamento de Estado dijo ayer que no tiene constancia de los viajes del expresidente del Gobierno

El viaje relámpago a Venezuela del expresidente del Gobierno español José Luis Rodríguez Zapatero sirvió para tantear a Nicolás Maduro sobre posibles destinos, incluida España, en el caso de que finalmente decida abandonar el poder ante la presión internacional. Según fuentes de la oposición venezolana en EE.UU., Zapatero viajó desde República Dominicana en un avión gubernamental venezolano el lunes y estuvo en Caracas menos de 24 horas.

Tras el aluvión de críticas que Zapatero ha recibido por parte de los opositores al régimen y los diplomáticos nombrados por Guaidó, varios de estos dicen ahora a ABC que el político español ha empleado sus buenas relaciones con Maduro para saber si está dispuesto a facilitar una vía de salida a la crisis yendo al exilio en un país en el que él y su familia podrían estar a salvo.

En una rueda de prensa el 12 de marzo, el representante especial de EE.UU. para Venezuela reveló que considera que España es un destino lógico para la cúpula del régimen si esta opta por el exilio. «Ya fue Felipe González, cuando era primero ministro, quien dijo que España podría acoger a esta gente. Y sí, hemos tenido conversaciones al respecto con España», dijo entonces Elliott Abrams.

Un portavoz del departamento de Estado dijo ayer que no tiene constancia de los viajes de Zapatero y que no ha recibido comunicación ninguna de este o del Gobierno español. El Gobierno de Pedro Sánchez también ha rechazado dar explicaciones, ya que considera que los viajes de Zapatero son a título privado. En 2015 el expresidente abandonó el Consejo de Estado para asesorar a una fundación alemana.

El exilio no protegería a Maduro de las denuncias de organizaciones humanitarias.

(ABC) PP, Cs y Vox están a tres escaños de sumar mayoría en el Congreso

(ABC) El PSOE sigue primero y podría volver a gobernar con sus aliados separatistas, podemitas y Bildu, con los que llegaría a los 177 diputados

A poco más de dos meses para las elecciones generales del 28 de abril, el escenario político es incierto y el resultado se presenta muy abierto. Puede ocurrir de todo, desde una vuelta al pacto de Sánchez con los independentistas y podemitas para gobernar, hasta una mayoría del centro derecha. La diferencia entre una y otra opción es pequeña y la campaña será determinante. Según el barómetro de febrero de ABC/GAD3, el PSOE ganaría en las urnas, alimentado por la caída de Unidos Podemos, pero también de Ciudadanos, mientras que el centro derecha está, a día de hoy, tres escaños por debajo de la mayoría necesaria para poder gobernar.

El PP, Ciudadanos y Vox sumarían ahora mismo 173 escaños, lo que descartaría esta opción para cambiar el Gobierno de España. Los populares son conscientes de que la movilización del electorado será imprescindible para poder frenar a Sánchez y los separatistas catalanes, a pesar de la dificultad añadida por el componente «desmovilizador» que supondrá la coincidencia de la campaña con la Semana Santa, por decisión del presidente socialista. «Vamos a sumar, no tengo duda de que seré presidente del Gobierno», aseguró ayer Pablo Casado a su llegada a Toledo. El líder del PP es optimista, está convencido de que su partido seguirá subiendo hasta las elecciones y conseguirá la suma necesaria para gobernar, como ocurrió en Andalucía.

El PP es el segundo partido, con un 23,2 por ciento de estimación de voto, y 97 diputados. Su tendencia desde diciembre es ligeramente al alza, pero avanza muy lento. En dos meses ha ganado 2,7 puntos y ocho diputados, pero sigue lejos del PSOE, que crece a un ritmo más acelerado. Lo que se ve cada vez con más claridad es que no habrá «sorpasso» de Ciudadanos sobre el PP, algo que pondría el proyecto de Casado en un serio aprieto, pocos meses después de arrancar.

Ciudadanos está en su peor momento de los últimos meses. Su caída continúa, y en este momento sería tercero, con un 15,7 por ciento de votos y 53 diputados, lo que supone una caída 1,4 puntos y ocho diputados en solo un mes. Desde diciembre, la caída es mayor: cinco puntos y 21 diputados menos. Hay que ver en qué queda el «efecto Arrimadas» tras su decisión de presentarse a las generales. Como se ve en la encuesta, los votos que pierde en este mes acuden en línea recta al PSOE,que ha atacado a Ciudadanos en las últimas semanas por participar en la concentración por la unidad de España en la Plaza de Colón, junto al PP y Vox.

Evolución de los sondeos de GAD3
Evolución de los sondeos de GAD3 – ABC

La caída de Ciudadanos lastra la posible mayoría del centro derecha, con un Vox que parece que no rompe el techo. La formación de Santiago Abascal gana un punto en estimación de voto desde enero, pero no lo transforma en nuevos diputados, y sigue con 23. Con Vox se puede dar la paradoja de ganar votos en provincias pequeñas sin traducirlos en escaños, y conseguir con ello hacer más fuerte a la izquierda, ya que se los restaría al PP y la división perjudicaría claramente a la derecha.

La mayoría de centro derecha para gobernar no está garantizada ni mucho menos. La fragmentación de su electorado hace que sus votos sean menos productivos y eso beneficia a la izquierda y los independentistas. El PSOE ganaría ahora las elecciones con un 28,9 por ciento de votos, y 122 diputados. Desde enero, el partido de Sánchez ha subido 2,4 puntos y ha ganado otros 11 diputados. Los socialistas rentabilizan así la caída de Ciudadanos, pero también la de Unidos Podemos, camino de quedarse en la Izquierda Unida de Anguita en 1996, cuando tocó techo al alcanzar el 10,5 por ciento de votos y 21 escaños.

El PSOE gana, pero lo importante en estas elecciones es sumar. Los socialistas podrían tener dos opciones. Una de ellas es la que llevó a Sánchez a La Moncloa: el abrazo con independentistas, Podemos y Bildu para llegar a la mayoría. El dirigente socialista no ha negado en ningún momento, cuando se le ha preguntado por este asunto, que vaya a intentarlo de nuevo. Y los números le salen por ahora: PSOE, Unidos Podemos, ERC, la antigua Convergencia (PDECat), PNV y Bildu suman 177 diputados, uno más de los necesarios para llegar a la mayoría absoluta.Hundimiento de PodemosLa formación de Iglesias vuelve a caer y estaría ya en los 29 diputadosCiudadanos retrocedeEl partido de Rivera perdería 8 escaños desde enero y estaría ya a 7,5 puntos del PP

Pacto con Ciudadanos

Esa opción, que Sánchez no ha negado, no es la única que tendría el PSOE. Los socialistas podrían mirar una vez más a Ciudadanos, un partido que acaba de decidir de forma oficial que no llegará a acuerdos con el PSOE de Sánchez. Pero a estas alturas nadie se fía de nadie, al menos al cien por cien. La suma de socialistas y Ciudadanos supondría 175 escaños, justo la mitad de la Cámara.

Narciso Michavila: «Con el adelanto electoral del 28 de abril, el PSOE está buscando poca participación»

La subida del PSOE está unida, en buena parte, al desplome de Unidos Podemos, cuya desintegración se acelera. La catástrofe de esta formación, sumida en un proceso de descomposición interna y en una crisis de credibilidad por la incoherencia entre lo que predican y practican, se hace visible encuesta tras encuesta. Los de Pablo Iglesias serían cuartos, con un 11,5 por ciento de estimación de voto y 29 escaños, una décima y dos diputados menos que en enero. Desde diciembre, han retrocedido 2,7 puntos y han perdido nueve diputados.

El drama de Unidos Podemos quizás no ha terminado todavía, vista su tendencia imparable. La formación de Iglesias y Montero podría quedar por detrás de Vox, del que solo le separan ya siete décimas y seis diputados.

Un colegio electoral, durante las elecciones generales del 26-J de 2016
Un colegio electoral, durante las elecciones generales del 26-J de 2016 – EFE

La participación en las generales llegaría al 71 por ciento

Según la encuesta de ABC/GAD3, la participación en las elecciones generales se situaría ahora mismo en el 71 por ciento, lo que está algo por encima de la registrada en la última cita con las urnas, en junio de 2016, cuando llegó al 69,8 por ciento, muy parecida a la de diciembre de 2015 (69,6 por ciento) y a la de diciembre de 2011 (68,9 por ciento). La movilización será fundamental en unas elecciones cuya campaña coincidirá de pleno con la Semana Santa. Como informó ayer ABC, hay un 35,6 por ciento de electores que ven probable que cambie su voto de aquí a las elecciones. Una alta volatilidad que obliga a los partidos a no bajar la guardia en estos dos meses.

Ficha técnica: Universo, residentes en España de 18 años y más | Tamaño de la muestra, 800 entrevistas| Cuotas por sexo cruzado por cuatro grupos de edad| Error muestral, +-3,5% para el conjunto de la muestra y un grado de confianza del 95,5% | Procedimiento, entrevistas telefónicas asistidas por ordenador a fijos (417) y móviles (383)| Fechas, del 18 al 22 de febrero.

(Reuters) Spain plans to close all nuclear plants by 2035

(Reuters) MADRID (Reuters) – Spain aims to close all seven of its nuclear plants between 2025 and 2035 as part of plans to generate all the country’s electricity from renewable sources by 2050.

Energy Minister Teresa Ribera announced the move on Tuesday, just as the Socialist government gears up to call an early national election in anticipation of losing a budget vote.

Overhauling Spain’s energy system, which generated 40 percent of its mainland electricity from renewable sources in 2018, will require investment of 235 billion euros ($266 billion) between 2021 and 2030, Prime Minister Pedro Sanchez said last month.

Ribera said the government would present a draft plan to combat climate change, which had been due to be sent to the European Union for approval by the end of last year, to parliament on Feb. 22.

Under a draft bill prepared last year, the government aims to ban sales of petrol, diesel and hybrid cars from 2040 and encourage the installation of at least 3,000 megawatts a year of renewable capacity such as wind farms and solar plants.

Phasing out nuclear power, which accounts for a little over 20 percent of mainland Spain’s electricity, was a campaign pledge for the governing Socialists, who took office last summer after toppling their conservative predecessors in a confidence vote.

Spain’s nuclear plants, which started operating between 1983 and 1988, are owned by Iberdrola, Italian-owned Endesa, Naturgy and Portugal’s EDP.

(JN) Correios espanhóis anunciam entrada no mercado português de entrega de encomendas

(JN)

A companhia estatal Correos promete entregar encomendas em toda a Península Ibérica no prazo máximo de 24 horas.

A Correos, empresa de correios detida a 100% pelo Estado espanhol, anunciou esta terça-feira que vai iniciar um processo de internacionalização e entrar no mercado de serviços financeiros.

A internacionalização vai começar por Portugal e, nesta primeira fase, tem também o sudeste asiático como objetivo.

A entrada no mercado português será no setor da entrega de encomendas, com um prazo máximo de 24 horas em Portugal e Espanha. A Correos será assim mais uma concorrente dos CTT no mercado nacional, onde já estão presentes vários “players”.

Na Ásia a companhia pretende construir um centro logístico.

“Temos o objetivo de constituir a rede de distribuição [de entrega de encomendas] em 24 horas mais eficiente da Península Ibérica. O que também nos abre a porta aos países de língua portuguesa”, disse o presidente da Correos, Juan Manuel Serrano, num encontro com a imprensa em Madrid. Para uma fase posterior fica a entrada na América Latina.

“Agora só operamos em território nacional e para construir a nossa posição é necessário ir além forneiras. Precisamos de crescer internacionalmente e o Sudeste asiático é o principal ponto de origem de encomendas a nível mundial, com um volume cada vez maior”, acrescentou, citado pelo CincoDias e pelo Expansión.  

Ao contrário dos CTT, a Correos é uma empresa estatal e não está presente no setor financeiro. Algo que a empresa espanhola quer mudar, apontando a oferta de serviços financeiros nos seus perto de 2.400 pontos de venda como uma das formas de melhorar o seu negócio.

A Correos estima que tenha fechado o exercício de 2018 com prejuízos de 150 milhões de euros, prevendo reduzir este valor para 7,4 milhões de euros no final deste ano.

(EurActiv) Tsipras: Portugal, Spain and Greece are left-wing ‘oases in a political desert’

(EurActiv)

Alexis Tsipras: “The EPP will have losses in the next EU election and this is a big bet for the progressives.” [Shutterstock]C

Socialist, green and leftist political parties should learn from governments in Southern Europe and unite against rising right-wing anti-European populism ahead of the EU elections, leftist Greek Prime Minister Alexis Tsipras has said.

Speaking in Athens on Monday (28 January), Tsipras said pro-EU progressive forces should unite for the next EU elections in May.

“This broad progressive alliance will have a clear position against neoliberalism and those policies that fuel the far-right and anti-European populism,” he said. “But it will also come with a clear position in favour of Europe, in favour of a Europe of democracy, social cohesion and rights,” the leftist premier added.

Tsipras praised the governments of Portugal and Spain, which successfully formed alliances between leftist and socialist parties.

“Looking at Europe as a whole, my feeling is that the European South – not all the countries but Spain, Portugal and Greece – are important oases in a political desert. Europe is, unfortunately, heading in the wrong direction, on dangerous paths,” the leftist leader said.

Tsipras also called on progressive forces to get over their ideological differences to form a majority in the next European Parliament.

Together with his senior Syriza party ally, MEP Dimitris Papadimoulis, Tsipras has tried to build bridges between Europe’s fragmented left-wing political parties in a bid to create a broad alliance for the EU elections in May.

Syriza in quest to unite progressive forces ahead of EU elections

Greek Prime Minister Alexis Tsipras and his close ally, senior Syriza MEP Dimitris Papadimoulis, are launching a number of initiatives to build bridges among Europe’s fragmented progressive political forces and create a broad alliance ahead of the EU elections.

The Greek premier, who was the lead candidate for the leftist GUE-NGL political group in the 2014 EU election, coordinates this effort “centrally” while Papadimoulis focuses on the European Parliament as such.

“The Left does not benefit from the failure created by neo-liberalism” with votes until now going to the extreme-right, Papadimoulis said, hoping to reverse this trend.

The ‘new Right’ phenomenon

Tsipras warned about the rise of the “new Right”, represented by Hungary’s Viktor Orbán, Austria’s Sebastian Kurz and Italy’s Matteo Salvini.

“There is a great risk that the forces of anti-European right-wing populism will have significant gains in the coming years, and they will also take the lead in the forthcoming EU elections,” Tsipras warned.

“The new Right lays a mark on the EPP [European People’s Party], either through parties that have leaders as I described before or through parties that base their rhetoric on the fear of losing votes from the rise of marginal and extreme right-wing political parties in their countries,” he said.

“The EPP will have losses in the next EU election and this is a big bet for the progressives,” Tsipras said.

(Yabiladi) 2030 World Cup : The Morocco-Spain-Portugal bid to be examined by FIFA in Marrakech

(Yabiladi)

FIFA President Gianni Infantino and Fouzi Lekjaa head of the Moroccan football federation./Ph. DR

Marrakech will host from the 15th to the 19th of January a meeting set to examine the number of teams that would participate to the 2022 World Cup in Qatar, reports the Spanish sports online newspaper AS.

During the same meeting, FIFA will examine the feasibility of a joint bid, bringing Morocco, Spain and Portugal together for the 2030 World Cup.

FIFA President Gianni Infantino is expected to convince the Union of European Football Associations (UEFA) President Aleksander Ceferin into changing his mind about the Morocco joint bid.

For the record, speaking after a meeting of the UEFA executive committee held Monday, the European soccer’s leadership president Ceferin said that he would not accept a world cup bid that involves two different continents. «I’m not in favor of cross-confederation bids», he firmly announced.

(OBS) Quando os muros caem, caem para os dois lados – Rui Ramos

(OBS) A questão levantada pelas eleições na Andaluzia é esta: por que razão deveríamos admitir que compete aos fãs do chavismo e do estalinismo julgar os méritos democráticos dos outros actores políticos?

Durante décadas, a maior parte da Europa ocidental foi governada por partidos que, socialistas ou conservadores, se reviam nos princípios da NATO e da cooperação europeia. Em Portugal, esse “arco da governação” acabou em 2015, quando o PS levou o PCP e o BE para a área do governo. Foi a “queda do muro”, segundo António Costa. Era verdade que os seus novos parceiros não tinham mudado de simpatias norte-coreanas e venezuelanas. Mas desde que respeitassem as “obrigações internacionais”, que importava isso? Todos os votos valiam a mesma coisa. Por detrás, havia uma razão de expediente: com os socialistas em retração por toda a Europa, como governar sem comunistas e radicais? Pelos mesmos motivos e com os mesmos argumentos, Pedro Sanchez, em Espanha, arranjou também uma “geringonça“ com o Podemos e os separatistas.

Tudo correu bem enquanto correu à esquerda. O problema foi quando, à direita, houve igual necessidade. Na Andaluzia, o PP e o Ciudadanos só poderão governar aceitando o apoio de Vox, o partido da direita nacionalista, com quem aliás o PP nem quer negociar. Mas notou-se logo a diferença. O Podemos e os separatistas rejeitam a constituição espanhola e parecem frequentemente disponíveis para ilegalidades e violências. Mas são parceiros respeitáveis de governo. Vox não é. Porquê? Porque, segundo decisão do Podemos, Vox é “fascista”.

A questão andaluza será cada vez mais central na política europeia, porque é óbvio que a direita nacionalista, insuflada pela denúncia da migração ilegal e pela resistência ao “politicamente correcto”, vai integrar maiorias parlamentares e governos, como já aconteceu em Itália ou na Áustria. Pensem nisto: é provável que os conservadores aceitem que os socialistas façam maiorias com comunistas e radicais, enquanto eles próprios se condenam a ficar na oposição, por não ser admissível ter o apoio de nacionalistas? Não é. Os muros, quando caem, caem para os dois lados. Também os votos de Vox valem a mesma coisa. Foi esta a porta que Costa e Sanchez abriram.

É o fim do mundo? É o fim de um mundo, em que a direita era dominada por conservadores e liberais, mas não é necessariamente o fim do mundo. Basta que nunca haja dúvidas de que nenhuma solução de governo, à direita ou à esquerda, será aceitável na Europa, se visar limitar direitos cívicos ou comprometer o enquadramento internacional definido pela NATO e pela cooperação e integração europeias.

Qual o perigo de partidos como Vox? A política que vive da demagogia é sempre perigosa. Mas comunistas e radicais, com a sua velha manha soviética de tratar como “fascistas” ou acusar de “branqueamento” quem quer que não pense como eles, não são um bom guia a esse respeito. Como já tantos historiadores explicaram, não estamos perante os fascismos dos anos 30. A nova direita nacionalista insiste em que as sociedades ocidentais devem cultivar as identidades nacionais e os modos de vida tradicionais e fazer valer as fronteiras, se necessário limitando a integração internacional. Não haverá outros argumentos contra tais ideias, a não ser confundi-las com o “fascismo”? Os fascismos dos anos 30 eram uma coisa muito diferente: repudiavam a democracia, diziam-se revolucionários, cultivavam o militarismo e a violência. Vox diz acreditar na democracia, na liberdade e no Estado de direito. Os fascistas, no seu tempo, jamais disseram isso. E se não acreditamos no que diz Vox, porquê acreditar no que diz o Podemos?

Mas estamos no reino da má fé. O PP e os Ciudadanos não podem ter o apoio de Vox na Andaluzia, mas o Syriza governa a Grécia desde 2015 com um partido nacionalista muito mais exaltado, o Anel, e ninguém se preocupa com a democracia na Grécia. A questão andaluza, portanto, é outra: por que razão deveríamos admitir que compete aos fãs do chavismo e do estalinismo julgar os méritos democráticos dos outros actores políticos? E, mais ainda, porquê deixá-los transformar qualquer polarização política numa situação de guerra civil?

(EUobserver) Far-right wins seats in Spain for first time since Franco

(EUobserver) A far-right party has for the first time since the death of longtime dictator Francisco Franco in 1975 won seats in a Spanish parliament, with the Vox party taking 12 seats in the 109-member parliament of the southern Spanish region of Andalusia in Sunday’s elections. The region has been dominated by the Socialist Party (PSOE) for the past 36 years. The turnout was low, at only 58.6 percent.

(EP) El libro de Pedro Sánchez y Carlos Ocaña copia párrafos de la conferencia de un diplomático

(EPLa Moncloa sostiene que se trata de “un error involuntario” y los coautores se comprometen a subsanarlo “en el más breve plazo”

El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, y el economista Carlos Ocaña reproducen en su libro de 2013, sin entrecomillar ni citar la fuente original, párrafos de cinco de las siete páginas de una conferencia que el diplomático español Manuel Cacho pronunció en un simposio de la Universidad Camilo José Cela (UCJC) el 25 de febrero de 2013. En total, citan sin referir 454 palabras. Cacho, actual embajador en Australia, ha confirmado a este periódico que nadie le consultó para usar este material. “Es la primera noticia que tengo”, respondió en conversación telefónica. La Moncloa ha asegurado a EL PAÍS que se trata de “un error involuntario”. “Los coautores únicamente pueden lamentar este hecho y comprometer su subsanación en el más breve plazo. En las siguientes ediciones de la obra se incluirá correctamente la cita”, precisan. Ocaña, coautor de la obra, no ha querido hacer declaraciones.

El embajador Manuel Cacho pronunció su conferencia en las jornadas Marca España y la diplomacia económica, que se celebraron nueve meses antes de la publicación del libro. Pedro Sánchez, que entonces acababa de acceder a un escaño en el Congreso de los Diputados, organizó aquel acto y ejerció de moderador en una de las mesas redondas. El libro La nueva diplomacia de la economía española, de 229 páginas, firmado por Sánchez y Ocaña -de 38 años y hoy directivo del Real Madrid- recoge la tesis doctoral del presidente leída en noviembre de 2012, y añade nuevas aportaciones. Es ahí donde se encuentran al menos 18 páginas con pasajes de fuentes ajenas sin citar ni referenciar. El discurso de Cacho es el más llamativo, aunque hay al menos cinco más de distinto origen, según ha comprobado EL PAÍS.

Varios fragmentos de ocho párrafos de la conferencia del embajador coinciden con el texto del libro. Hay incluso una errata -“ente” en lugar de entre- en el discurso que se repite tal cual en el libro de Sánchez en la página 65, al final de un largo párrafo idéntico a 16 líneas de la conferencia: “… se intercambian impresiones, ideas y se ve desde ambos lados cómo se puede incrementar la colaboración empresarial, cultural, académica… ente un país y el otro”.

La tesis doctoral de Sánchez fue objeto de polémica la semana pasada, pero hasta tres programas informáticos empleados por este periódico no hallaron indicios de obras ajenas sin atribuir. Sin embargo, no ocurre lo mismo con el libro posterior del presidente y Carlos Ocaña. La conferencia de Manuel Cacho es el caso más notorio. Las ponencias se encuentran en un documento alojado en la web de la Camilo José Cela y la universidad también confirma que se trata de la transcripción de las intervenciones. Hasta cinco páginas del libro, de la 62 a la 66, en el cuarto capítulo, reproducen gran parte del discurso del diplomático. Se utilizan cinco de los siete folios de la intervención. Se desconoce qué partes del libro, fuera de la tesis doctoral, son cosecha de Sánchez o de Ocaña, que fue entre 2008 y 2011 jefe de gabinete del ministro de Industria, Miguel Sebastián, autor del prólogo del libro. Ninguno de los dos autores ha querido aclararlo.

El actual embajador en Australia confirma a este diario que participó en aquellas jornadas y que no leyó un texto escrito. “No tenía tiempo y preparé un guion, fue una cosa improvisada. Después me enviaron unos borradores de la universidad con la transcripción para publicar en su página web”, explica Cacho. Desconocía qué parte de su intervención había acabado en el libro de Sánchez. Nadie le pidió permiso para ello, sostiene, aunque ha preferido no hacer valoraciones.

Otro pasaje del discurso, de 14 líneas, está incluido con leves variaciones en el volumen, en la página 65. El final de este extracto es el siguiente: “Finalmente, las fundaciones desarrollan colaboraciones puntuales con distintas instituciones de los países para los que están pensadas. Pienso por ejemplo en la colaboración con el China Club Spain o con la Japan Foundation. Todo ello, en definitiva, lo que busca es el acercamiento entre sociedades civiles”. El libro repite el párrafo con pequeños retoques: “Finalmente, las fundaciones desarrollan colaboraciones puntuales con distintas instituciones de los países. Así, existe colaboración con el China Club Spain o con la Japan Foundation. Todo ello, en definitiva, con el propósito de lograr el acercamiento entre sociedades civiles”.

Las partes copiadas de la intervención de Cacho componen el núcleo argumental y la mayor parte del epígrafe 4.2 del libro, y el resto coincide con lo publicado en la tesis doctoral de Sánchez. Están insertadas entre fragmentos de un artículo del líder del PSOE, el titulado La diplomacia comercial en el centro de la diplomacia comercial española, que Sánchez publicó en septiembre de 2012. La transcripción del texto es prácticamente literal, salvo en algunos giros y expresiones que en el libro se cambian por sinónimos. Por ejemplo, esta frase de Cacho: “… con los países de la Unión Europea tenemos canales de sobra…” se convierte en “con los países europeos existen canales sobrados…”

Copias de otros textos

Además de esa conferencia, el libro de Sánchez y Ocaña también echa mano de otros textos ajenos, sin atribuir la fuente ni incluirla en la bibliografía final. Los más destacados, por su extensión, son cinco: un discurso en el pleno del Congreso del entonces ministro Miguel Sebastián (páginas 55 y 56 del libro); una respuesta parlamentaria (página 154 y 156); un informe del Ministerio de Economía (páginas 87 y 88); un teletipo de agencia de un acto oficial (páginas 146 y 147), y un comunicado de prensa del Consejo de Ministros (páginas 57 y 59).

En cuanto a estos cinco textos, La Moncloa afirma que “está todo en orden”. “Está permitida la utilización de iniciativas y documentos de carácter parlamentario, que son de uso público”, argumenta dicha fuente. “Se trata de documentos que no generan derechos de autor por no tener la consideración de obras, ya que son de uso público al formar parte del debate político, el cual debe ser difundido a todos los ciudadanos”.

El Gobierno sostiene que el artículo 33 de la Ley de Propiedad Intelectual “excluye explícitamente los discursos pronunciados en sesiones parlamentarias”. “Por tanto, son documentos públicos de consulta abierta a todos, por lo que está todo en orden”, concluye La Moncloa.

(EurActiv) Spain PM Sánchez calls for Venezuelan migrant quotas

(EurActiv)

Venezuelan people wait in line to leave Brazilian territory, in Pacaraima, Brazil, 19 August 2018. Almost 1200 Venezuelan migrants have left Brazil during the last hours, following a violent incident where a campsite and belongings of Venezuelan people was burnt, according to numbers by the Brazilian Army. [Geraldo Maia/EPA/EFE]

Spain’s Prime Minister Pedro Sánchez said on Thursday (30 August) that Latin America should adopt a “quota system” to better manage the Venezuelan migrant crisis.

Sánchez was speaking on a trip to Colombia, which has been inundated with hundreds of thousands of Venezuelans fleeing economic meltdown in their homeland.

“If we think of Latin America as a supportive community, it’s clear that a quota system could be a good solution,” Sánchez told Blu Radio.

The socialist PM said it’s a similar deal to that which Spain is proposing in the European Union in the face of mass migration from Africa in particular.

Last month, the EU’s border agency warned that Spain is developing into the chief path for migrants trying to enter Europe.

Sánchez backs Morocco’s call for support to stem migrant flows

Spanish Prime Minister Pedro Sánchez has included Morroco’s pending demands of resources for border management, in a letter addressed to the European Commission requesting further emergency assistance to tackle the surge in migrant arrivals.

“This is a challenge affecting not just Spain, which is logically the border, but the whole European Union and that’s why we need solidarity amongst all member states,” said Sánchez during a two-day visit to Colombia, in which he met with President Ivan Duque, an ardent critic of Venezuela counterpart Nicolas Maduro.

In 2015 the EU came up with a quota plan to distribute migrants after more than a million arrived by sea as civil war in Syria saw numbers surge.

But many countries dragged their feet in agreeing to take in their quotas, while the likes of Hungary and Poland refused outright to accept refugees.

Some 1.6 million Venezuelans have fled the country since 2015 as four years of recession and hyperinflation the International Monetary Fund predicts will reach one million percent this year have left large swathes of the population in poverty.

Marco Rubio

@marcorubio

A reminder of how the Maduro regime in has become a security threat to the region, including the U.S.. https://www.cnn.com/2018/08/29/americas/venezuela-migrants-brazil-peru-colombia-intl/index.html 

Brazil sends troops to Venezuela border as migrant crisis worsens

Brazil is sending troops to its northern border to “guarantee law and order” amid an ongoing crisis which is seeing thousands of Venezuelans attempting to cross into neighboring countries and beyond.

cnn.com

And this in a country that in the past welcomed many migrants fleeing authoritarian regimes elsewhere.

James Cleverly

@JamesCleverly

The Socialist apocalypse that is has triggered a migrant crisis approaching the scale of the Syrian exodus.

How many more people will be sacrificed on the altar of this failed political theory before its proponents admit they are wrong? https://www.theguardian.com/world/2018/aug/25/venezuela-heading-for-crisis-moment-comparable-to-refugees-in-mediterranean-un-says 

Venezuela heading for ‘crisis moment’ comparable to refugees in Mediterranean, UN says

Growing numbers fleeing economic meltdown and political turmoil, threatening to overwhelm neighbour countries

theguardian.com

“Venezuela was a place that welcomed many Spaniards, Galicians, Canary Islanders… during the Francoist dictatorship,” said Sánchez, referring to the 36-year reign of Francisco Franco from 1939 to 1975.

“The lived and prospered there. So we’re a country with great solidarity. We feel very close to this drama that Venezuela is going through so we hope that Venezuelans will open a dialogue.”

Some 2.3 million Venezuelans live outside the country of 30.6 million, according to the UN, with the numbers heading to Colombia, Ecuador, Peru, Chile, Argentina and Brazil steadily increasing.

Venezuela’s far-left authorities have dismissed the claims of economic crisis as fake news and a “right-wing plot,” blaming the country’s troubles on United States and EU led sanctions.

(EM) El Gobierno rechaza ahora al Aquarius y asegura que España “no es el puerto más seguro”

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El Gobierno rechaza ahora al Aquarius y asegura que España “no es el puerto más seguro” Foto: GUGLIELMO MANGIAPANE / REUTERS | Vídeo: MSF / EL MUNDO

El Gobierno rechaza por ahora atender el llamamiento del Aquarius para desembarcar a los 141 inmigrantes rescatados el viernes frente a las costas de Libia porque España “no es el puerto más cercano y, por tanto, no es el puerto más seguro”, informan a este diario fuentes de Moncloa.

Así pues, el Gobierno de Pedro Sánchez mira ahora a otros países de la Unión Europea, especialmente a Francia, para ver si en esta ocasión se ofrecen a aceptar el barco, como ya hiciese España el pasado mes de junio en Valencia, cuando la embarcación gestionada por las ONG SOS Mediterranée y Médicos sin Fronteras se hizo cargo de 629 personas rescatadas en unas circunstancias similares. Por lo pronto, Malta e Italia mantienen el pulso negándose a abrir sus puertos al Aquarius, lo que ha puesto a prueba la política migratoria de Sánchez.

Fuentes de Moncloa explican que el Gobierno reaccionó en aquella ocasión ante una “emergencia humanitaria, cuando era evidente que estaban cerrados todos los puertos y nadie se hacía cargo”. Ahora, en cambio, desde el Ejecutivo entienden que todavía hay que esperar a ver cuál es la “disposición de otros países”. Las miradas se dirigen a Francia, que se encuentra geográficamente más cerca del barco. “Por eso decimos que ahora no es el puerto más cercano y no es el puerto más seguro”, subrayan estas fuentes.

Barcelona se ofrece y pide no cambiar de criterio

Mientras el Gobierno se aleja de aquella decisión del pasado mes de junio de recibir en Valencia a los inmigrantes rescatados por el Aquarius, el Ayuntamiento de Barcelona se ha ofrecido hoy “una vez más” para acoger el barco y ha reclamado al Ejecutivo que no cambie de criterio y que “continúe comprometido” en la defensa del “derecho a la vida y el refugio”.

En una rueda de prensa recogida por Efe, la teniente de alcalde de Derechos Sociales, Laia Ortiz, ha exigido a los Estados de Europa que sean “responsables” y que estén comprometidos porque estas personas “están huyendo y necesitan ser rescatadas”. “Barcelona siempre estará comprometida con la vida”, ha insistido en su oferta al Gobierno para ser el puerto seguro que necesita el barco.

En términos similares se ha expresado el residente del puerto francés de Sète-Frontignan y ex ministro de Trabajo, Jean-Claude Gayssot, según recoge Europa Press. “La única condición es primero la luz verde de las autoridades francesas. Entiendo que las cosas son complejas, incluida la necesidad de luchar contra los traficantes. Pero aquí, se trata de vidas humanas”, ha afirmado a la espera de que se pronuncie el Gobierno de Francia.

Se da la circunstancia de que ésta es la primera acción que realiza el Aquariusdesde que desembarcó en España a 629 inmigrantes. Desde entonces, el debate sobre la inmigración irregular ha ido creciendo notablemente en el país por el aumento de la presión migratoria en las zonas fronterizas de Ceuta y Melilla y la llegada pateras a las costas andaluzas. De hecho, PP y Ciudadanos han aprovechado el asunto para redoblar su presión a Sánchez acusándole de haber generado un “efecto llamada” con su política de “gestos” en este tema.

En esta ocasión, en el Aquarius hay 141 inmigrantes, de los cuales 73 son menores de edad. Según informan las ONG que operan el barco, el 70% de los rescatados proceden de Somalia y Eritrea, aunque también hay personas nacidas en BangladeshCamerúnGhanaCosta de MarfilNigeriaSenegal,Marruecos y Egipto.

Contactos en la Unión Europea

Ante esta nueva crisis, la Comisión Europea ha dicho hoy estar en contacto con varios Estados miembros de la Unión Europea y ha ofrecido su “total apoyo diplomático” para resolver la situación, informa Efe.

“La Comisión está actualmente en contacto con un número de Estados miembros que se han acercado a nosotros a propósito de este incidente. Y como hemos hecho en numerosos casos previos, estamos preparados para aportar nuestro total apoyo diplomático (…) para resolver la situación”, ha declarado la portavoz de la Comisión Europea, Tove Ernst. El Ejecutivo comunitario, no obstante, no ha ofrecido detalles sobre los países con los que la Comisión ha tratado ni sobre el desarrollo de esas conversaciones.

En paralelo, Italia insiste en cerrar sus puertos. “Propiedad alemana, fletado por la ONG francesa, tripulación extranjera, en aguas maltesas, volando la bandera de Gibraltar. ¡Puedes ir adonde quieras, no a Italia!”, ha escrito el ministro del Interior italiano, Matteo Salvini, en Twitter.

(EUobserver) Spanish fighter jet accidentally fires missile in Estonia

(EUobserver) “Thank God without human casualties, but it is nevertheless extremely regrettable”, Estonia’s president Jueri Ratas commented after a Spanish fighter jet accidentally fired an air-to-air missile over Estonia on Tuesday during a routine Nato training mission. Estonia’s military is now searching the area around where it was fired, as it is potentially still armed, while the Spanish defence ministry has opened an investigation into the matter.

(ABC) El Rey logra la mejor valoración de la Monarquía desde su restauración

(ABC) Don Felipe alcanza un 75,3 por ciento de aprobación, solo superado por Doña Sofía. Le siguen Doña Letizia y Don Juan Carlos, que también aprueban

El Rey ha conseguido en sus primeros cuatro años de reinado la mejor valoración de la Monarquía desde su restauración, según la encuesta realizada por GAD3 para ABC, que le otorga un 75,3 por ciento de popularidad. Un resultado que supera incluso, en algunas décimas, a los registrados en los mejores tiempos del reinado de Don Juan Carlos, cuando los españoles puntuaron con un 7,48 sobre diez a la Monarquía en la encuesta del Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS) del año 1995. No obstante, cuando Don Felipe fue proclamado Rey, en junio de 2014, hacía ya varios años que la valoración de la Corona había empezado a caer, y en abril de ese mismo año se situaba en un preocupante 3,72 sobre diez.

La encuesta ha sido realizada tras un año especialmente marcado por el desafío separatista catalán -con la celebración del referéndum ilegal y la declaración también ilegal de independencia en Cataluña- y en el que Don Felipe asumió un protagonismo muy destacado con el mensaje que dirigió a los españoles el pasado 3 de octubre. Tras esos acontecimientos, la mayoría de los españoles, el 66,6 por ciento, valoran positiva o muy positivamente el papel desempeñado por Don Felipe en la defensa de la unidad de España, según se desprende de la encuesta de GAD3.

Ataques de separatistas

También la mayoría de los españoles, el 54,8 por ciento, consideran que los ataques de los líderes separatistas a la Monarquía son una respuesta al papel que desempeñó Don Felipe ante el desafío independentista emprendido por el expresidente de la Generalitat Carles Puigdemont, y que después ha continuado su sucesor, Joaquim Torra. Sin embargo, más de la mitad de los consultados, el 53,3 por ciento, considera que el papel del Rey no fue crucial a la hora de parar el golpe independentista en Cataluña. Y es que, por sus características, este golpe no se ha podido frenar en seco, como sí pudo hacer Don Juan Carlos con su discurso del 23-F de 1981 tras la asonada militar del teniente coronel Tejero en el Congreso de los Diputados.

Aplauso a la modernización

Los encuestados valoran muy positivamente la modernización de la Corona que emprendió Don Felipe cuando fue proclamado Rey y adoptó una batería de medidas para adaptar la institución a los nuevos tiempos y dotarla de mayor transparencia. De hecho, este proceso de modernización de la Monarquía recibe el aplauso del 60,9 por ciento.

ABC
ABC

Además, más de la mitad de los consultados, el 55,6 por ciento, destaca la función del Rey en la defensa de la estabilidad institucional y el 52,7 valora el respeto de Don Felipe a la neutralidad política. Dos cuestiones que se pusieron a prueba tras las primeras elecciones del reinado de Don Felipe, cuando se fragmentó el Parlamento y se produjo un bloqueo político de diez meses de duración, el más largo de la democracia. Sin embargo, los encuestados están divididos a la hora de valorar el papel moderador del Rey entre las fuerzas políticas. El 45,6 por ciento lo valoran negativamente y el 43,8, positivamente.

Elemento estabilizador

Más de la mitad de los españoles, el 51,2 por ciento, consideran que la contribución de la Monarquía a la estabilidad de España es muy importante o bastante importante, frente a un 47,3 que la califica como poco o nada importante. Esta división de opiniones está condicionada por las ideas políticas de los consultados. De hecho, el 86,6 por ciento de los votantes del PP creen que la Monarquía contribuye en gran medida a la estabilidad de España. Lo mismo piensan el 71 por ciento de los votantes de Ciudadanos y el 65 por ciento de los del PSOE. Sin embargo, en el caso de los seguidores de la coalición republicana de izquierdas Unidos Podemos, se reduce al 17 por ciento.

La encuesta también confirma el elevado grado de conformidad que suscita la función del Monarca como representante de España en la comunidad internacional, a pesar de que en los últimos tiempos tanto los viajes de los Reyes al exterior como las visitas de los mandatarios extranjeros a España se han visto reducidas, como consecuencia de los problemas políticos internos. Aún así, el 72,2 por ciento de los encuestados creen que el Rey es «un buen embajador de España en el exterior», frente a un 24,6 que considera que no lo es.

A pesar de su alta popularidad, Don Felipe no es el miembro más valorado de la Familia Real. Le supera su madre, Doña Sofía, que obtiene un 76,2 por ciento de aprobación. Además, un abrumador 86,6 por ciento de los encuestados cree que a lo largo de su vida -en noviembre cumplirá 80 años- Doña Sofía ha desempeñado su papel con profesionalidad. Ella y Don Felipe han logrado tradicionalmente los niveles más altos de aprobación, aunque a medida que avanza el reinado y sube la valoración del Rey, la diferencia entre ambos se va estrechando.

Un momento poco favorable

El resto de los miembros de la Familia Real, Doña Letizia y Don Juan Carlos, también aprueban, aunque la encuesta de GAD3 ha sido realizada en unos momentos poco favorables para ambos. En concreto, fue realizada los pasados días 30 y 31 de julio, cuando la Reina aún estaba tratando de contrarrestar los efectos del vídeo de la Catedral de Palma, y Don Juan Carlos acababa de ser utilizado por el excomisario preso Villarejo en su campaña para tratar de extorsionar al Estado. En esas circunstancias, Doña Letizia obtuvo un 58,1 por ciento de aprobación y Don Juan Carlos un 54,7.

Desfile militar en el día de la Fiesta Nacional, presidido por don Felipe VI y doña Letizia
Desfile militar en el día de la Fiesta Nacional, presidido por don Felipe VI y doña Letizia – Jaime García

La encuesta se hizo cuando los Reyes acababan de empezar su estancia en Palma de Mallorca, donde alternan la actividad institucional con el deporte, el ocio y las salidas familiares. Don Juan Carlos, que también tenía previsto viajar a la isla este verano, tuvo que cancelar el traslado en el último momento por recomendación médica como consecuencia de una vieja lesión en la muñeca.

Como se aprecia en todas las encuestas sobre la Familia Real desde hace décadas, la aprobación de sus miembros es más alta entre los segmentos de ciudadanos de mayor edad. Aún así, Don Felipe, Doña Letizia y Doña Sofía consiguen la aprobación de los ciudadanos de todos los tramos edad, incluso de los más jóvenes (de 18 a 29 años). A Don Juan Carlos, sin embargo, solo le aprueban el 36 por ciento de los más jóvenes, mientras que mantiene una valoración del 70 por ciento entre los encuestados más mayores (de 65 años y más), que son los que ya eran adultos durante la Transición y vivieron la restauración de la democracia.

Mejor que los políticos

Según la encuesta, casi cuatro de cada diez españoles (un 39,2 por ciento) valoran a Don Felipe mejor que a los políticos. Otro 37,6 por ciento le valora igual y solo un 19,5 considera que el Rey es peor que la clase política. Esta valoración va muy unida a la ideología política de los encuestados. De hecho, la mayoría de los votantes del PP (62 por ciento) cree que el Rey es mejor que la clase política. Lo mismo piensan el 57 por ciento de los votantes de Ciudadanos y el 49 por ciento de los del PSOE. Sin embargo, la mayoría de los partidarios de Unidos Podemos consideran que el Rey es igual (49 por ciento) o peor (37 por ciento) que los políticos. Aún sí, un llamativo 12 por ciento de votantes de la coalición republicana de izquierdas valora a Don Felipe mejor que a la clase política.

 

(EurActiv) UN says migrants’ return to Libya by Italian boat could be illegal

(EurActiv)

Federica Mogherini (C), High Representative of the European Union for Foreign Affairs and Security Policy, arrives to Mitiga International Airport prior to her departure, in Tripoli, Libya, 14 July 2018. [Sringer/EPA/EFE]

A rescue operation in which an Italian towboat rescued more than 100 migrants and returned them to Libya earlier this week may have been in breach of international law, the United Nations said on Tuesday (31 July).

A spokesman for the UN migration agency said it could not establish the location of the rescue, which is key to establishing migrants’ rights, although some other parties involved in the case have made contradictory assertions about the incident including where it took place.

The rescue coincides with a growing perception among human rights groups that some European countries are taking an increasingly hard line in their efforts to cut the number of migrants arriving on their shores, after Italy’s new government closed its ports to charities’ rescue boats in past weeks.

According to Spanish charity Proactiva Open Arms, an Italian towboat, Asso 28, rescued 108 migrants from international waters on Monday and took them to Libya, their country of departure.

UNHCR Italia

@UNHCRItalia

Stiamo raccogliendo tutte le informazioni necessarie sul caso del rimorchiatore italiano che avrebbe riportato in 108 persone soccorse nel Mediterraneo. La Libia non è un porto sicuro e questo atto potrebbe comportare una violazione del diritto internazionale

This would constitute a breach of international law, under which people rescued in international waters cannot be returned to a place where their lives are put in danger. Both the United Nations and European Union have acknowledged that Libya is not safe.

Italy’s coast guard initially said on Tuesday that the rescue was coordinated by the Libyan coast guard, and later clarified that the operation had taken place in Libya’s so-called “search and rescue (SAR)” area.

The Libyan coast guard was not immediately available for a comment.

Libya’s SAR is not clearly defined but is widely understood to extend far beyond its national waters.

Proactiva spokeswoman Laura Lanuza said its members learnt the rescue occurred in international waters because their boat Open Arms was nearby and they could listen to radio communications between the Italian ship and the Libyan authorities.

The UN refugee agency said the operation “could represent a violation of international law,” it said on Twitter.

A spokesman for the UN migration agency said the agency was still investigating the case but confirmed the return of the migrants to Libya.

He said the Libyans first told him the rescue operation was carried out by “an unknown vessel”, then changed their version and said the rescuing boat was Libyan.

The head of mission at Open Arms, Fabrizio Gatti, contradicted the Libyan version and said a member of the Asso 28 crew told him over the phone the Italian boat carried out the rescue and was taking the migrants back to Libya. He said he had a record of the conversation.

Asso 28 is now docked in Tripoli, the Libyan capital, according to Marine Traffic, a real-time information service on ships movements.

Charities are at loggerheads with the new Italian government and its right-wing home affairs minister Matteo Salvini who has adopted a hard line to cut the number of migrants arriving on Italy’s shores.

German NGO Sea-Watch also condemned “the first pushback by an Italian vessel for years,” on Twitter.

Sea-Watch Italy@SeaWatchItaly

108 persone in fuga dalla Libia soccorse in acque internazionali da nave ITALIANA e portate a Tripoli.
Il caso segna un grave precedente e richiama la condanna dell’Italia per i RESPINGIMENTI COLLETTIVI (CEDU 2012, caso ).

Denunciamo una pericolosa regressione.

In 2012, the European Court of Human Rights ruled that Italy violated human rights by sending migrants intercepted at sea back to Libya in 2009.

The court said the practice violated international obligations to not return individuals to countries where they could be at risk of human rights abuses.

Salvini praises Libya

As NGOs expressed their dismay over the latest boat controversy, Italy’s far-right interior minister Matteo Salvini, who has closed the country’s ports to migrant rescue ships, praised the Libyan authorities.

“Over the last hours the Libyan coastguard has saved and brought back 611 immigrants to Libya. NGOs protest and traffickers lose their business? Well, we carry on with our work”, he tweeted.

Matteo Salvini

@matteosalvinimi

La Guardia Costiera Libica nelle ultime ore ha salvato e riportato a terra 611 immigrati.
Le ONG protestano e gli scafisti perdono i loro affari? Bene, noi andiamo avanti così! e

Matteo Salvini

@matteosalvinimi

Se avete 5 minuti, vi consiglio questo video sul lavoro della nostra Marina davanti alle coste libiche. Dalle parole ai fatti.

However, the speaker of Italy’s lower house, Roberto Fico, who belongs to the Five Star Movement that governs in a coalition with Salvini’s League, appeared to disagree with sending migrants back to Libya.

“Libya is not a safe place… it is clear that you cannot leave migrants there,” Fico said as he met with protesters denouncing the sale of Italian boats to Libya’s coastguard on Monday.

Several commercial ships that have tried to take rescued migrants to Italy — as was standard procedure under the former centre-left government — have found themselves blocked by Salvini’s policy and stranded for days at sea searching for a port where they can disembark.